O regime iraniano está pedindo aos pais que levem os seus filhos para os checkpoints armados que o regime montou nas principais cidades do país. O objetivo desses checkpoints é manter a pressão sobre a população para impedir levantes populares anti-regime. Segundo o próprio… pic.twitter.com/tKCXB8cn65
— Hoje no Mundo Militar (@hoje_no) April 7, 2026
Quando escrevo sobre a filósofa católica inglesa Elizabeth Anscombe, que defendeu em 1939 que o Reino Unido não deveria ir a guerra contra a Alemanha Nazista, porque o mundo seria pior, relaciono com o caso de diversos católicos e mesmo o Papa Leão XIV que fazem o mesmo hoje em dia ao defenderem que os Estados Unidos, Israel e mesmo o mundo não devem ir para a guerra contra o Irã, pois o mundo será pior.
Como eu comento, no meu texto, Ansocmbe desprezou a ética maligna nazista e a ética maligna japonesa. Enquanto mesmo filósofos alemães católicos, como Dietrich von Hildebrand e Edith Stein, diziam que se deveria dizimar qualquer traço do nazismo na Alemanha. Hildebrand chegou a dizer isso ao próprio Papa Pio XII, que anseava por um "nazismo menos radical".
Deve-se reconhecer a ética do inimigo para combatê-lo. Na ética do Irã, as crianças de seu próprio povo não valem nada; devem servir de escudo humano em favor do poder político.
Quando se imagina na filosofia ocidental que se deve proteger inocentes em tempos de guerra, nunca vi considerarem essa ética de guerra iraniana, que está presente também no Hamas e no Hezbollah.
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