quarta-feira, 22 de abril de 2026

Um Ano de Morte de Francisco: Herético ou Santo?

 



Dia 21 de abril fez um ano da morte de Francisco. O Papa Leão XIV acha que Francisco "ascendeu ao céu", ou, por uma outra tradução seria, "nasceu no céu". Não vou comentar isso, especialmente pelo bem da minha própria alma.

Mas trago uma conversa entre o católico Jo McClane e o filósofo católico que admiro muito, Dr. Peter Kwasniewski, doutor em filosofia pela Catholic University of America, especialista em São Tomás de Aquino, autor de mais de 30 livros e fundador da Wyoming Catholic College. Eles conversaram sobre o livro de um padre, que foi editado por Kwasniewski, chamado The Disastrous Pontificate, que já falei aqui no blog por duas vezes. 

O vídeo é fantástico, deve ser guardado, como histórico.

Dr. Kwasniewski disse coisas como: 

1. "Papa Francisco ensinou o contrário do que ensinou João Paulo II".

2. "Papa Francisco realmente cruzou a linha da heresia, como, por exemplo, na questão da pena de morte, em que contradisse tanto a tradição católica quanto as Escrituras. Ao colocar a palavra "inadmissível" contra a pena de morte no Catecismo, Francisco usou uma palavra que nunca foi usada em teologia moral e foi colocada lá justamente por ser confusa. E Francisco não usou nenhuma fonte católica para colocar a palavra, porque essa fonte não existe, ele usou apenas a si mesmo para colocar a palavra. Isso foi uma proposição herética."

3. "As pessoas não têm ideia de como o ambiente é tóxico na hierarquia católica, em que há chantagens, medos e retaliações. Mas muitos bispos e padres sabiam dos problemas com Francisco"

4. Ao ser perguntado qual foi a principal ofensa de Francisco, Kwasniewski disse que o livro destaca 17 erros graves de Francisco, que ele sente que "Francisco elevou a experiência subjetiva acima da realidade objetiva da revelação divina. Isso pode ser visto em três documentos de Francisco: Amoris Laetitia, Fiducia Supplicans e Dignitas Infinita. Francisco considerava que a consciência das pessoas, mesmo diante de pecados gravíssimos, podia desafiar a moral divina. O filósofo Joseph Seifert chamou essa abordagem de "bomba atômica moral" de Francisco."

5. "Papa Leão XIV age de forma muito lenta, é mais inteligente e sofisticado que Francisco, isso pode ser bom, mas também pode ser ruim. Talvez queira mudar algo do pontificado de Francisco"




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