Na imagem acima, Thomas Friedman faz uma reclamação comum contra Trump, ele estaria atrapalhando o país com sua insistência em recontagem e transparência dos votos. Levou uma resposta com base na história do jornalista Brit Hume, que disse: "Em 2000, Al Gore expôs o país a 37 dias de recontagem no qual exigiu que a justiça fizesse recontagem apenas nos locais em que ele achava que tinha ganho. Se duvida, dê uma olhada no livro do advogado dele, David Boies, sobre o assunto".
Thomas Friedman, uma esquerdista de quatro costados, repete o que muita gente que deseja a derrota de Trump diz para parecer moderado: ei, Trump é muito grosseiro, não aceita derrota.São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
História Apoia a Insistência de Trump em Eleição Transparente
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Eleição para Time de Futebol é Mais Sério que Eleição dos EUA
Até Irã e Rússia estão fazendo chacota das eleições americanas. Duas ditauras. Pode? Não. Mas EUA merecem.
Hoje eu vi um site fazendo uma boa pergunta sobre o resultado que vemos até agora nas eleições dos EUA, qual seja: "a mídia quer que a gente acredite que o povo americano deu mais poder para o partido de Trump na Câmara dos Deputados e ainda manteve o dominio do Partido no Senado, votou em Biden?"
Aliás, ninguém, ninguém mesmo previu esse resultado do partido de Trump no Congresso. Falavam em lavada geral de Biden. Aqui no Brasil, o Antagonista falou isso, que a previsão era Biden ganhar tudo.
Diz o site Zero Hedge:
" Em Michigan, por exemplo, havia uma diferença de apenas 7.131 votos entre Trump e o candidato do Partido Republicano John James, mas a diferença entre Joe Biden e o candidato democrata Gary Peters era de impressionantes 69.093. Na Geórgia, houve uma diferença de 818 votos entre Trump e o senador republicano, contra uma diferença de 95.000 votos entre Biden e o candidato democrata a senador. E pior, essa diferenca não correu em dois Estados não decisivos, não houve "nenhuma inundação maciça de votos misteriosos de Biden vazios", levando o US Rebel a sugerir "É fraude"."
Eu sei, alguns "analistas " dizem que eleitores gostam de votar em um partido para o executivo e em outro para congresso.
Besteira total, coisa de engenheiro de obra pronta. E isso é dizer que eleitor gosta do caos, pois este voto piora as coisas e que eleitor não tem ideologia.
O cidadão norte-americano não costuma ser elogiado e admirado no mundo simplesmente por ser dos Estados Unidos. Como é comum para brasileiro, francês, inglês ou alemão. Apesar de ser o povo que mais faz doação no planeta. Apesar dos Estados Unidos colocar seus soldados em inúmeras conflitos do mundo protegendo tanta gente e também principios democráticos. Apesar de ser o país que mais doa para a Igreja Católica. Apesar de ser o país que sustenta financeiramente instituições internacionais que muitos esquerdistas idolatram, como ONU ou Banco Mundial. Apesar de ser o país que mais tem Prêmio Nobel.
Mas agora quem tem raiva dos Estados Unidos pode falar: que m. gigantesca é essa que vocês criaram para eleger políticos?
Um estado nos EUA pode até proibir que representantes de um partido recontem ou mesmo apenas observem a contagem de votos, como está ocorrendo contra Trump na Pensilvânia. Isso não acontece no Brasil nem em eleições para presidente de clube de futebol no interior do Brasil
Eleições para presidente de time de futebol no Brasil são bem mais sérias. Os EUA fizeram um eleição de nível da Somália que nem governo tem.
Eu sei que a m. so se destaca porque o Trump impede o poder demoníaco dos esquerdistas.
Quando o Trump fala de fraude, o Twitter ou Facebook escrevem em cima do texto de Trump que eleição pelos correios tem tradição nos EUA.
Mentira! Tem não. Alguns estados faziam e aliás já sabiam das fraudes. A Covid fez todos os estados usarem. E a entrada de Trump na política americana quebrou vários paradigmas e alimentou debate político. O ódio contra ele tem até nome "trump deragement".
E tem a influência do marxismo cultural no Partido Democrata, uma coisa que não tem 20 anos tornou a fraude às vezes uma questão de honra para malucos sem qualquer base moral. Vejam em 2004 a Hillary Clinton era contra casamento gay. E ninguém no Partido Democrata era favor de aborto dr criança se qual for o estágio da gravidez (podendo matar até no parto) antes de Obama.
A lista de possibilidades de fraudes diariamente que recebo são muitas. Tem de tudo.
Aliás, uma pagina no Facebook chamada Stop the Steal, que acumulou mais de 300 mil membros desde a eleição, foi tirada do ar pelo Facebook. A página estava acumulando documentação de fraude e lógico que sofreu acusação de incitar violência e daí Facebook, bum, tira do ar.
Arcebispo Viganò: "A Fraude Colossal nas Eleições nos EUA". Pede Coragem e Orações
Caos total, inúmeros casos de fraude sendo denunciados a todo momento. Permitir votos pelos correios é implorar pelo caos mesmo, é completa estupidez. E algumas leis estaduais para eleições são coisa de louco, como não permitir que representantes de partidos acompanhem de perto a contagem de votos (casos de Michigan e Pensilvânia) e como permitir receber votos muito depois do dia das eleições, como em Nevada que permite receber votos até dia 10 de novembro (já pensou a chance de reverter resultado?). Este é o resumo da situação das eleições nos Estados Unidos até agora.
Como eu expliquei ontem, o modelo de eleições nos Estados Unidos foi feito para um país minimamente uniforme culturalmente em que a população não ligava muito para política, pois as instituições políticas eram muito sólidas (nunca houve golpe militar nos Estados Unidos, a Constituição nunca foi trocada, nem mesmo a moeda), e assim a confiança no "sistema" era mais ou menos confirmada. Não é mais o caso há umas duas décadas. A política passou a dominar o coração e mentes e a confiança nas instituições se deteriorou muito (coisas típicas de país sul-americano). Neste caso, o modelo eleitoral caótico permite enormes oportunidades de fraudes.
O arcebispo Viganò está muito correto em denunciar a fraude colossal que vemos nas eleições americanas. Ele fez a denúncia em um texto histórico mostrado ontem no site Life Site News..
Vou traduzir o texto para o blog. Vejam abaixo:
Queridos irmãos e irmãs,
Como cristãos devotos e cidadãos fiéis dos Estados Unidos da América, vocês têm uma preocupação intensa e sincera pelo destino de seu amado país, enquanto os resultados finais das eleições presidenciais ainda são incertos.
As notícias de fraudes eleitorais se multiplicam, apesar das vergonhosas tentativas da grande mídia de censurar a verdade dos fatos para dar vantagem ao seu candidato. Existem estados em que o número de votos é maior do que o número de eleitores; outros em que o voto pelo correio parece ser exclusivamente a favor de Joe Biden; outros em que a contagem dos votos foi suspensa sem motivo ou em que foram descobertas adulterações sensacionais: sempre e somente contra o presidente Donald J. Trump, sempre e somente a favor de Biden.
Na verdade, há meses assistimos a um gotejar contínuo de notícias escalonadas, de informações manipuladas ou censuradas, de crimes que foram silenciados ou encobertos diante de evidências contundentes e testemunhos irrefutáveis. Vimos a organização corrupta que se ancora no estado (deep state) se organizar, com bastante antecedência, para realizar a fraude eleitoral mais colossal da história, a fim de garantir a derrota do homem que se opôs tenazmente ao estabelecimento da Nova Ordem Mundial desejada pelos filhos da escuridão. Nesta batalha, você não falhou, como é seu dever sagrado, de dar sua própria contribuição ao ficar do lado do Bem. Outros, escravizados pelos vícios ou cegos pelo ódio infernal contra Nosso Senhor, tomaram o lado do Mal.
Não pensem que os filhos das trevas agem com honestidade e não se escandalizem se agirem com uso do engano. Você talvez acredite que os seguidores de Satanás são honestos, sinceros e leais? O Senhor nos advertiu contra o Diabo: “Ele foi homicida desde o princípio e não permanece fiel, porque nele não há verdade. Quando ele conta uma mentira, ele fala com seu ser, porque ele é um mentiroso e pai da mentira ”(Jo 8,44).
Nestas horas, enquanto as portas do Inferno parecem prevalecer, permitam-me dirigir-me a vós com um apelo, ao qual confio que respondereis prontamente e com generosidade. Peço-lhe que faça um ato de confiança em Deus, um ato de humildade e devoção filial ao Senhor dos Exércitos. Peço a todos vocês que rezem o Santo Rosário, se possível em suas famílias ou com seus entes queridos, seus amigos, seus irmãos e irmãs, seus colegas, seus companheiros soldados. Rezem como crianças abandonadas que sabem recorrer à Santíssima Mãe para pedir-lhe que interceda perante o trono da Divina Majestade. Ore com a alma sincera, com o coração puro, na certeza de ser ouvido e atendido. Peça a ela - ela que é a Auxiliadora dos Cristãos, Auxilium Christianorum - que derrote as forças do Inimigo; peça a ela - aquela que é terrível como um exército armado em ordem de batalha (Canto 6:10) - que conceda a vitória às forças do Bem e inflija uma derrota humilhante às forças do Mal.
Que seus filhos que orem, usando as palavras sagradas que você lhes ensinou: essas orações confiantes se elevarão a Deus e não permanecerão sem ser ouvidas. Que os idosos e os enfermos orem, para que ofereçam os seus sofrimentos em união com os sofrimentos que Nosso Senhor sofreu na Cruz quando derramou o seu precioso sangue para a nossa redenção. Que as as moças e senhoras orem, para que se voltem para Aquela que é o modelo de pureza e maternidade. E vocês, homens, também devem orar: sua coragem, sua honra e sua ousadia serão renovadas e fortalecidas. Todos vocês, levem esta arma espiritual, diante da qual Satanás e seus asseclas recuam furiosamente, porque temem a Santíssima Virgem, aquela que é Onipotente pela Graça, ainda mais do que Deus Onipotente.
Não se deixem desencorajar pelas decepções do Inimigo, ainda mais nesta hora terrível em que o atrevimento da mentira e da fraude ousa desafiar o Paraíso. As horas dos nossos adversários estão contadas, se orarmos, se orarmos todos com Fé e com o verdadeiro ardor da Caridade. Queira o Senhor que uma única voz devota e fiel se levante de suas casas, igrejas e ruas! Esta voz não deixará de ser ouvida, porque será a voz de um povo que grita, no momento em que a tempestade assola com mais força: “Salva-nos, Senhor, estamos a perecer!” (Mt 8:25).
Os dias que nos esperam são uma ocasião preciosa para todos vocês, e para aqueles que se unem espiritualmente a vocês de todas as partes do mundo. Você tem a honra e o privilégio de poder participar da vitória desta batalha espiritual, de manejar a poderosa arma do Santo Rosário como nossos pais fizeram em Lepanto para repelir os exércitos inimigos.
Orem com a certeza da promessa de Nosso Senhor: “Pedi e ser-vos-á dado, procurai e achareis, bati e a porta vos será aberta” (Lc 11,9). O Rei dos Reis, de quem você pede a salvação de sua nação, recompensará sua fé. O teu testemunho, recorda-te, vai tocar o coração de Nosso Senhor, multiplicando as Graças celestiais que são, mais do que nunca, indispensáveis para se alcançar a vitória.
O meu apelo, que dirijo a vós e a todas as pessoas que reconhecem o senhorio de Deus, vos encontre apóstolos generosos e testemunhas corajosas do renascimento espiritual do vosso amado país e, com ele, do mundo inteiro. Non praevalebunt.
Deus abençoe e proteja os Estados Unidos da América!
Uma nação sob Deus
+ Carlo Maria Viganò, arcebispo
Ex-Núncio Apostólico nos Estados Unidos da América
4 de novembro de 2020
São Carlos Borromeu
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
O Jornalismo "Independente e Sério" do Antagonista e as Eleições nos EUA.
Uma das coisas mais medonhas de se ver na TV brasileira é jornalismo internacional. É um verdadeiro show de horrores. A formação dos jornalistas no Brasil é um poço sem fundo de estupidez, e no debate internacional isso fica explícito.
Vou analisar aqui o caso das eleições americanas, usando como estudo de caso o site O Antagonista, acho que é melhor que Guga Chacra e Jorge Pontual, não é? Nossa Senhora!
Não sabemos ainda quem ganhou as eleições nos Estados Unidos. Mas qualquer jornalista minimamente sério antes de falar sobre campanhas eleitorais ou chances de vitória de um candidato devem lembrar as seguintes 12 coisas:
1) Voto é voluntário nos Estados Unidos, assim além de responder a uma pesquisa a pessoa tem que ir votar. Por isso, o entusiasmo das campanhas conta muito;
2) O voto é por estado. Lá não é cada pessoa uma voto. Assim, não importa se o candidato foi mais votado, ele pode perder feio. Como perdeu feio a Hillary para Trump, mesmo ganhando 3 milhões a mais de votos. Califórnia e Nova York estados mais populosos há décadas só votam na esquerda. Assim, sempre o candidato da esquerda tende a ganhar maioria de votos.
3) Pesquisas nacionais não contam muito. Não adianta dizer que Biden tinha 18 pontos a mais na pesquisa nacional. O voto é por estado. Repito.
4) Pesquisas são facilmente manipuladas, pois o voto é voluntário, o instituto de pesquisa está isento de erro.
5) Pesquisas nos estados são mais difíceis, porque o instituto de pesquisa tem que conhecer plenamente o método de votação do estado, além dos itens acima.
6) A votação nos Estados Unidos pode ocorrer por papel, por urna eletrônica, pelo correio, etc.
7) O eleitor não precisa mostrar título eleitoral ou mesmo identidade em alguns estados.
8) O Covid aumentou em muito a chance de um candidato de esquerda ganhar, pois os eleitores de esquerda são em geral mais jovens, imigrantes em dificuldades financeiras, negros e latinos, gente que não gosta de sair de casa para votar.
9) Dinheiro conta muito nas eleições dos EUA, e o dinheito de Wall Street em geral vai para candidatos de esquerda. Nao sei se sabem, mas Biden recebeu muito mais dinheiro de banqueiro e ricaços que Trump. Em terceiro lugar, vem o comunista Bernie Sanders.
10) Este ano as chances de fraude são muito maiores. Justamente pela enorme votação feita pelos correios, muitas vezes sem qualquer identificação. Nas eleições de Obama, que eu acompanhei, houve voto de morto, voto de imigrante ilegal, gente que votou duas vezes, juíze eleitoral com boné de Obama, etc.
11) O povo americano em geral era bem menos político que os latino-americanos, tinham mais o que fazer e a democracia estava consolidada, não havia risco de ruptura institucional. Isso mudou a partir das eleições de Obama. Hoje em dia a divisão do país é mais forte.
12) O Partido Democrata foi dominado por esquerdistas radicais. Assim, a vitória deles é um erro, e vai dar errado rápido.
Isso tudo que falei acima é verdade factual.
Sendo assim, se Trump ainda tem chance de ganhar. é quase um milagre. Ele é realmente uma lenda. E vocês vão ver que O Antagonista reconheceu isso no dia de hoje, depois de muita estupidez jogada no site deles.
Durante o último mês, um querido amigo me enviou vários posts do O Antagonista sobre eleições americanas e nesses envios ele sempre me dizia: "print esse post", querendo me dizer, que os "jornalistas" vão querer esquecer que disseram isso ou vão querer apagar o post.
Vamos lá, aqui vão alguns posts de O Anatgonista
- Em 27 de outubro, O Antagonista disse que Biden tinha 95% chance de vitória usando a revista The Economist. Não se faz jornalismo citando uma apenas uma outra fonte jornalista, a não ser que seja uma análise profunda da reportagem. Caso contrário, é coisa de mídia social. A não ser que você faça um compilado de pesquisas e considere as informações acima que expliquei.
- Ontem, no dia da eleição, O Antagonista novamente usou apenas a The Economist e disse que Trump só tinha 3% de chance de vitória (isso mesmo, 3% de chance). Uma completa estupidez jornalística. Há institutos de pesquisas que previram a vitória de Trump, como o Trafalgar e o Rasmussem.
- O Anatgonista no dia 2 de novembro, um dia antes das eleições, disse com alarde (depois voltou a mencionar em outro post) que um modelo estaístico chamado 538 previu que Trump só tinha 9% de chance de vitória. O que é isso? Jornalismo não é. Propagando para esse 538?. Eu posso mencionar de cabeça um modelo estatístico suíço que usou buscas de internet que previu vitória de Trump. Se é para citar modelo estatístico, faça um trabalho de pesquisa direito.
- Depois de tanta estupidez jornalística, diante do resultado gigantesco de Trump, contra a mídia, os votos pelo correio e a COVID (lembre que o próprio Trump pegou covid em outubro, e alguns disseram que era o fim dele), O Antagonista reconhece que "Trump é um Prodígio", dizendo que "Trump é um prodígio: depois de enfrentar um processo de impeachment, a oposição permanente da esmagadora maioria da imprensa, os próprios maus modos, a máquina de triturar reputações do Partido Democrata, a forma desastrada com que enfrentou a pandemia até o momento e o fato de ter muito menos dinheiro de campanha, ele tem chance de vencer, numa das eleições mais apertadas da história americana. Não importa o resultado final, metade dos Estados Unidos confiam mais nele na economia, querem evitar novos confinamentos e têm medo de que os democratas afrouxem a segurança nas grandes cidades. O maior cabo eleitoral de Biden é o vírus".
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Melhor Vídeo Sobre Eleições dos EUA
Eu tive a graça divina de apresentar um artigo meu para dois grandes filósofos na Universidade Franciscan de Steubenville (Michael Novak e Rocco Buttiglione). E meu artigo recebeu comentários elogiosos deles.
No vídeo, basicamente, se diz: Cristo sempre vence, ontem, agora e no futuro. Mais importante que política é sua vida e seus pecados. Se você seguir Cristo, você vencerá.
Trump Não Tem Nada a Ver com Bolsonaro
Difícil explicar por que tanto esquerdistas como bolsonaristas e libertarianos (do tipo que comandam o site Antagonista) relacionam Bolsonaro com Trump, como se eles fossem pessoalmente e politicamente semelhantes.
Não tem nada a ver. Nada a ver mesmo. E isso não é nada dificil de provar.
Hoje é dia de eleição nos EUA, vamos mostrar então quem é Trump.
Vamos lá de forma rápida.
Quem é Trump?
- Uma pessoa que nasceu rica, mas que foi um tremendo sucesso como empresário. Multiplicou em muito a riqueza recebida.
- Trump foi um gigantesco sucesso como apresentador de programa de TV, a ponto do canal de TV passar a depender financeiramente do programa dele.
- Trump nunca foi politico. Só tem 4 anos de politico.
- Trump cumpriu suas promessas de campanha. E com louvor.
- Trump é o maior defensor da vida como presidente da história dos Estados Unidos.
- Trump sempre nomeou juizes pro-vida. Sempre.
- Trump é o primeiro presidente da história dos EUA a participar da Marcha pela Vida.
- Trump é o presidente dos EUA que mais cortou burocracia estatal e realizou cortes de tributos. Por que O Antagonista não gosta dele? Talvez seja itens 5 e 6.
- Trump não desrespeita gays ou quer casar com politicos ou chama adversários políticos de viados ou comunistas.
- Trump não tem filhos como politicos.
- Trump assinou ordem executiva em defesa dos valores americanos nas escolas.
- Trump não tem apoio militar nem para chegar ao poder, nem para se manter no poder.
- Trump não governou com apoio de politicos profissionais. Por vezes, seus inimigos estavam justamente entre politicos tradicionais até do proprio partido.
- Trump foi melhor que a grande maioria dos políticos em lidar com o Covid. O Antagonista gosta de supor que Trump foi semelhante a Bolsonaro no trato de Covid. Mas Trump fechou país contra voos da China antes da OMC decretar pandemia. Vocês viram o que França fez (quanto tempo demorou para fechar fronteira com a Itália e voos da China)? E a Itália que promoveu abraço em chinês? E o Reino Unido que só fez lockdown depois que primeiro- ministro quase morreu?. E o Japão que insistiu em Olimpíadas? E a Suécia...e a Rússia...e o Brasil com seu "e dai?" para mortos e demissões de ministros da saúde. Trump deixou um inimigo político liderar as ações de saúde (Dr Fauci).
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
Vaticano Confirma: Francisco Apoia União Civil para Gays
Vaticano nos diz basicamente com outras palavras: "ei, Francisco apoia sim união civil para gays, que estados apoiem os casais homossexuais e suas adoções de crianças, mas isso não significa apoiar casamento gay nem apoio a adoção de crianças por gays, viu?"
Heim? Como é?
E aquele negócio de Doutrina Católica, que diz que a fé católica não pode apoiar de nenhuma maneira qualquer incentivo a união entre homossexuais?
Daí, o Vaticano responde: "Ah, nada a ver. Francisco não está falando disso".
Como é?
Então, ele apoia união civil para gays, que estados deem apoio total a casais gays como se fossem casais heteros, mas nao quer chamar esse apoio de apoio a casamento gay ou apoio a adoção de crianças por gays, e acha que esse apoio por um papa não tem qualquer relação com a Doutrina da Igreja nem qualquer impacto nas almas.
Heim? Como é?
Fox News entendeu o óbvio. Francisco apenas confirmou as críticas.
Leiam vocês mesmos as declarações do Vaticano divulgada pelo arcebispo Franco Coppola no Facebook dele:
PARA ENTENDER ALGUMAS EXPRESSÕES DO PAPA NO DOCUMENTÁRIO “Francisco”
Algumas afirmações, contidas no documentário “Francisco” do produtor Evgeny Afineevsky, suscitaram, em dias passados, diversas reações e interpretações. Oferecemos portanto alguns elementos úteis, com o desejo de favorecer uma adequada compreensão das palavras do Santo Padre.
Há mais de um ano, durante uma entrevista, o Papa Francisco respondeu a duas perguntas diferentes e em dois momentos diferente, as quais foram editadas e publicadas no mencionado documentário como uma só resposta sem a devida contextualização, o qual gerou confusão. O Santo Padre tinha feito em primeiro lugar uma referência pastoral a respeito da necessidade de que, no seio da família, o filho ou a filha com orientação homossexual jamais sejam discriminados. A eles se referem a palavras: “as pessoas homossexuais têm direito a estar na família; são filhos de Deus, têm direito a uma família. Não se pode expulsar ninguém da família a ninguém nem tornar-lhe a vida impossível por isso”.
O seguinte parágrafo da Exortação apostólica pós-sinodal sobre o amor na família Amoris Laetitia (2016) pode iluminar tais expressões: «Com os Padres sinodais, examinei a situação das famílias que vivem a experiência de ter no seu seio pessoas com tendência homossexual, experiência não fácil nem para os pais nem para os filhos. Por isso desejo, antes de mais nada, reafirmar que cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito, procurando evitar «qualquer sinal de discriminação injusta» e particularmente toda a forma de agressão e violência. Às famílias, por sua vez, deve-se assegurar um respeitoso acompanhamento, para que quantos manifestam a tendência homossexual possam dispor dos auxílios necessários para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus na sua vida» (N. 250).
Uma pergunta sucessiva da entrevista era à sua vez sobre uma lei local na Argentina, proposta há dez anos, sobre os “matrimônios igualitários de casais do mesmo sexo” e à oposição do então Arcebispo de Buenos Aires a respeito. A este propósito o Papa Francisco afirmou que “é uma incongruência falar de matrimônio homossexual”, acrescentando que, nesse mesmo contexto, tinha falado do direito destas pessoas a ter certa cobertura legal: “o que temos que fazer é uma lei de convivência civil; têm direito a estar talheres legalmente. Eu defendi isso”.
Recordando que o Santo Padre se expressou da seguinte forma durante uma entrevista de 2014: “O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, movidos pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência sanitária. Trata-se de pactos de convivência de diferente natureza, dos quais não saberia dar um elenco das distintas formas. É necessário ver os diversos casos e avaliá-los em sua variedade”.
Portanto, é evidente que o Papa Francisco se referia a certas disposições dos estados e, de nenhuma maneira, à doutrina da Igreja, numerosas vezes reafirmada no curso dos anos.





