sexta-feira, 6 de novembro de 2020

História Apoia a Insistência de Trump em Eleição Transparente


Na imagem acima, Thomas Friedman faz uma reclamação comum contra Trump, ele estaria atrapalhando o país com sua insistência em recontagem e transparência dos votos. Levou uma resposta com base na história do jornalista Brit Hume, que disse: "Em 2000, Al Gore expôs o país a 37 dias de recontagem no qual exigiu que a justiça fizesse recontagem apenas nos locais em que ele achava que tinha ganho. Se duvida, dê uma olhada no livro do advogado dele, David Boies, sobre o assunto".

Thomas Friedman, uma esquerdista de quatro costados, repete o que muita gente que deseja a derrota de Trump diz para parecer moderado:  ei, Trump é muito grosseiro, não aceita derrota. 

Quem diz isso não conhece Trump, nem os seus opositores. Em poucas palavras, Trump não é perfeito, ninguém é, obviamente. Mas um ponto positivo dele que merece reconhecimento é que ele não tem meias palavras, não se alinha "politicamente", como fazem os políticos brasileiros que sempre estão do mesmo lado. E, vejam, Viganò tem toda razão quando diz que opositores de Trump são "filhos das trevas", basta ver o que defendem. 

Quem fala assim não conhece a história ou a despreza.

Com essa situação nos Estados Unidos, alguns sites estão recontando a história de casos eleitorais.

Leiam por exemplo que:

1) Lincoln, considerado o maior presidente da história do Estados Unidos, quase perdeu a eleição, porque usaram voto pelos correios. Lincoln, um republicano (partido de Trump), buscava a reeleição e queria continuar a guerra contra o sul escravagista. Os opositores democratas queriam parar a guerra, mantendo sul com escravos (sim, os esquerdistas de hoje eram escravagistas). Naquela época foi permitido voto pelo correio especialmente para que soldados em batalha votassem. Um apoiador de Lincoln se fez de democrata e descobriu que estavam falsificando as assinaturas de soldados em NY e alterando os votos. Ele provou isso no tribunal e os impostore confessaram. Acho que hoje não teríamos essa sorte, nem com impostores nem com a Justiça. 

2) Lindon Johnson, que foi presidente dos Estados Unidos, com o assassinado de Kennedy, chegou a senador roubando votos  de seu opositor, coisa do tipo "coloca aí que tem mais 200 votos" simplesmente mudando números (coisa que já ocorreu com Trump também mostrado pela própria AP. Transformaram 1.300 votos em 130.000 votos. Descobriam e falaram: "foi só um erro, não vai repetir, nem acontece por aí". Jura?) O caso de Johnson foi para a Justiça,  mas a Justiça não quis interferir. Os impostores depois de muito tempo confessaram em livro. Ficou por isso. 


Assim,  não faltam antecedentes históricos em apoio a Trump.  Nem antigo, nem recente.



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Eleição para Time de Futebol é Mais Sério que Eleição dos EUA

Até Irã e Rússia estão fazendo chacota das eleições americanas. Duas ditauras. Pode? Não.  Mas EUA merecem. 

Hoje eu vi um site fazendo uma boa pergunta sobre o resultado que vemos até agora nas eleições dos EUA, qual seja: "a mídia quer que a gente acredite que o povo americano deu mais poder para o partido de Trump na Câmara dos Deputados e ainda manteve o dominio do Partido no Senado,  votou em Biden?" 

Aliás,  ninguém,  ninguém mesmo previu esse resultado do partido de Trump no Congresso.  Falavam em lavada geral de Biden. Aqui no Brasil,  o Antagonista falou isso, que a previsão era Biden ganhar tudo.

E tem mais: Biden teve muito mais votos nos estados que estão agora em disputa voto a voto do os senadores do seu partido.

Diz o site Zero Hedge:

" Em Michigan, por exemplo, havia uma diferença de apenas 7.131 votos entre Trump e o candidato do Partido Republicano John James, mas a diferença entre Joe Biden e o candidato democrata Gary Peters era de impressionantes 69.093. Na Geórgia, houve uma diferença de 818 votos entre Trump e o senador republicano, contra uma diferença de 95.000 votos entre Biden e o candidato democrata a senador. E pior, essa diferenca não correu em dois Estados não decisivos, não houve "nenhuma inundação maciça de votos misteriosos de Biden vazios", levando o US Rebel a sugerir "É fraude"."

Eu sei, alguns "analistas " dizem que eleitores gostam de votar em um partido para o executivo e em outro para congresso. 

Besteira total, coisa de engenheiro de obra pronta. E isso é dizer que eleitor gosta do caos,  pois este voto piora as coisas e que eleitor não tem ideologia. 

O cidadão norte-americano não costuma ser elogiado e admirado no mundo simplesmente por ser dos Estados Unidos.  Como é comum para brasileiro, francês,  inglês ou alemão.  Apesar de ser o povo que mais faz doação no planeta. Apesar dos Estados Unidos colocar seus soldados em inúmeras conflitos do mundo protegendo tanta gente e também principios democráticos. Apesar de ser o país que mais doa para a Igreja Católica.  Apesar de ser o país que sustenta financeiramente instituições internacionais que muitos esquerdistas idolatram, como ONU ou Banco Mundial. Apesar de ser o país que mais tem Prêmio Nobel.

Mas agora quem tem raiva dos Estados Unidos pode falar: que m. gigantesca é essa que vocês criaram para eleger políticos? 

Um estado nos EUA pode até proibir que representantes de um partido recontem ou mesmo apenas observem a contagem de votos, como está ocorrendo contra Trump na Pensilvânia. Isso não acontece no Brasil nem em eleições para presidente de clube de futebol no interior do Brasil 

Eleições para presidente de time de futebol no Brasil são bem mais sérias. Os EUA fizeram um eleição de nível da Somália que nem governo tem.

Eu sei que a m. so se destaca porque o Trump impede o poder demoníaco dos esquerdistas. 

Quando o Trump fala de fraude,  o Twitter ou Facebook escrevem em cima do texto de Trump que eleição pelos correios tem tradição nos EUA. 

Mentira! Tem não.  Alguns estados faziam e aliás já sabiam das fraudes. A Covid fez todos os estados usarem. E a entrada de Trump na política americana quebrou vários paradigmas e alimentou debate político. O ódio contra ele tem até nome "trump deragement".

E tem a influência do marxismo cultural no Partido Democrata, uma coisa que não tem 20 anos tornou a fraude às vezes uma questão de honra para malucos sem qualquer base moral. Vejam em 2004 a Hillary Clinton era contra casamento gay. E ninguém no Partido Democrata era favor de aborto dr criança se qual for o estágio da gravidez (podendo matar até no parto) antes de Obama.

A lista de possibilidades de fraudes diariamente que recebo são muitas. Tem de tudo. 

Aliás, uma pagina no Facebook chamada Stop the Steal,  que acumulou mais de 300 mil membros desde a eleição, foi tirada do ar pelo Facebook.  A página estava acumulando documentação de fraude e lógico que sofreu acusação de incitar violência e daí Facebook, bum, tira do ar.

Arcebispo Viganò: "A Fraude Colossal nas Eleições nos EUA". Pede Coragem e Orações

Caos total, inúmeros casos de fraude sendo denunciados a todo momento. Permitir votos pelos correios é implorar pelo caos mesmo, é completa estupidez. E algumas leis estaduais para eleições são coisa de louco, como não permitir que representantes de partidos acompanhem de perto a contagem de votos (casos de Michigan e Pensilvânia) e como permitir receber votos muito depois do dia das eleições, como em Nevada que permite receber votos até dia 10 de novembro (já pensou a chance de reverter resultado?). Este  é o resumo da situação das eleições nos Estados Unidos até agora.

Como eu expliquei ontem, o modelo de eleições nos Estados Unidos foi feito para um país minimamente uniforme culturalmente em que a população não ligava muito para política, pois as instituições políticas eram muito sólidas (nunca houve golpe militar nos Estados Unidos, a Constituição nunca foi trocada, nem mesmo a moeda), e assim a confiança no "sistema" era mais ou menos confirmada. Não é mais o caso há umas duas décadas. A política passou a dominar o coração e mentes e a confiança nas instituições se deteriorou muito (coisas típicas de país sul-americano). Neste caso, o modelo eleitoral caótico permite enormes oportunidades de fraudes.

O arcebispo Viganò está muito correto em denunciar a fraude colossal que vemos nas eleições americanas. Ele fez a denúncia em um texto histórico mostrado ontem no site Life Site News..

Vou traduzir o texto para o blog. Vejam abaixo:

Queridos irmãos e irmãs,

 Como cristãos devotos e cidadãos fiéis dos Estados Unidos da América, vocês têm uma preocupação intensa e sincera pelo destino de seu amado país, enquanto os resultados finais das eleições presidenciais ainda são incertos.

As notícias de fraudes eleitorais se multiplicam, apesar das vergonhosas tentativas da grande mídia de censurar a verdade dos fatos para dar vantagem ao seu candidato.  Existem estados em que o número de votos é maior do que o número de eleitores;  outros em que o voto pelo correio parece ser exclusivamente a favor de Joe Biden;  outros em que a contagem dos votos foi suspensa sem motivo ou em que foram descobertas adulterações sensacionais: sempre e somente contra o presidente Donald J. Trump, sempre e somente a favor de Biden.

Na verdade, há meses assistimos a um gotejar contínuo de notícias escalonadas, de informações manipuladas ou censuradas, de crimes que foram silenciados ou encobertos diante de evidências contundentes e testemunhos irrefutáveis.  Vimos a organização corrupta que se ancora no estado (deep state) se organizar, com bastante antecedência, para realizar a fraude eleitoral mais colossal da história, a fim de garantir a derrota do homem que se opôs tenazmente ao estabelecimento da Nova Ordem Mundial desejada pelos filhos da escuridão.  Nesta batalha, você não falhou, como é seu dever sagrado, de dar sua própria contribuição ao ficar do lado do Bem.  Outros, escravizados pelos vícios ou cegos pelo ódio infernal contra Nosso Senhor, tomaram o lado do Mal.

 Não pensem que os filhos das trevas agem com honestidade e não se escandalizem se agirem com uso do engano.  Você talvez acredite que os seguidores de Satanás são honestos, sinceros e leais?  O Senhor nos advertiu contra o Diabo: “Ele foi homicida desde o princípio e não permanece fiel, porque nele não há verdade.  Quando ele conta uma mentira, ele fala com seu ser, porque ele é um mentiroso e pai da mentira ”(Jo 8,44).

Nestas horas, enquanto as portas do Inferno parecem prevalecer, permitam-me dirigir-me a vós com um apelo, ao qual confio que respondereis prontamente e com generosidade.  Peço-lhe que faça um ato de confiança em Deus, um ato de humildade e devoção filial ao Senhor dos Exércitos.  Peço a todos vocês que rezem o Santo Rosário, se possível em suas famílias ou com seus entes queridos, seus amigos, seus irmãos e irmãs, seus colegas, seus companheiros soldados.  Rezem como crianças abandonadas  que sabem recorrer à Santíssima Mãe para pedir-lhe que interceda perante o trono da Divina Majestade.  Ore com a alma sincera, com o coração puro, na certeza de ser ouvido e atendido.  Peça a ela - ela que é a Auxiliadora dos Cristãos, Auxilium Christianorum - que derrote as forças do Inimigo;  peça a ela - aquela que é terrível como um exército armado em ordem de batalha (Canto 6:10) - que conceda a vitória às forças do Bem e inflija uma derrota humilhante às forças do Mal.

 Que seus filhos que orem, usando as palavras sagradas que você lhes ensinou: essas orações confiantes se elevarão a Deus e não permanecerão sem ser ouvidas.  Que os idosos e os enfermos orem, para que ofereçam os seus sofrimentos em união com os sofrimentos que Nosso Senhor sofreu na Cruz quando derramou o seu precioso sangue para a nossa redenção.  Que as as moças e senhoras orem, para que se voltem para Aquela que é o modelo de pureza e maternidade.  E vocês, homens, também devem orar: sua coragem, sua honra e sua ousadia serão renovadas e fortalecidas.  Todos vocês, levem esta arma espiritual, diante da qual Satanás e seus asseclas recuam furiosamente, porque temem a Santíssima Virgem, aquela que é Onipotente pela Graça, ainda mais do que Deus Onipotente.

Não se deixem desencorajar pelas decepções do Inimigo, ainda mais nesta hora terrível em que o atrevimento da mentira e da fraude ousa desafiar o Paraíso. As horas dos nossos adversários estão contadas, se orarmos, se orarmos todos com Fé e com o verdadeiro ardor da Caridade. Queira o Senhor que uma única voz devota e fiel se levante de suas casas, igrejas e ruas! Esta voz não deixará de ser ouvida, porque será a voz de um povo que grita, no momento em que a tempestade assola com mais força: “Salva-nos, Senhor, estamos a perecer!” (Mt 8:25).

Os dias que nos esperam são uma ocasião preciosa para todos vocês, e para aqueles que se unem espiritualmente a vocês de todas as partes do mundo.  Você tem a honra e o privilégio de poder participar da vitória desta batalha espiritual, de manejar a poderosa arma do Santo Rosário como nossos pais fizeram em Lepanto para repelir os exércitos inimigos.

Orem com a certeza da promessa de Nosso Senhor: “Pedi e ser-vos-á dado, procurai e achareis, bati e a porta vos será aberta” (Lc 11,9).  O Rei dos Reis, de quem você pede a salvação de sua nação, recompensará sua fé.  O teu testemunho, recorda-te, vai tocar o coração de Nosso Senhor, multiplicando as Graças celestiais que são, mais do que nunca, indispensáveis ​​para se alcançar a vitória.

O meu apelo, que dirijo a vós e a todas as pessoas que reconhecem o senhorio de Deus, vos encontre apóstolos generosos e testemunhas corajosas do renascimento espiritual do vosso amado país e, com ele, do mundo inteiro.  Non praevalebunt.

 Deus abençoe e proteja os Estados Unidos da América!

 Uma nação sob Deus

 + Carlo Maria Viganò, arcebispo

 Ex-Núncio Apostólico nos Estados Unidos da América

 4 de novembro de 2020

São Carlos Borromeu



quarta-feira, 4 de novembro de 2020

O Jornalismo "Independente e Sério" do Antagonista e as Eleições nos EUA.


Uma das coisas mais medonhas de se ver na TV brasileira é jornalismo internacional. É um verdadeiro show de horrores. A formação dos jornalistas no Brasil é um poço sem fundo de estupidez, e no debate internacional isso fica explícito.

Vou analisar aqui o caso das eleições americanas, usando como estudo de caso o site O Antagonista, acho que é melhor que Guga Chacra e Jorge Pontual, não é? Nossa Senhora!

Não sabemos ainda quem ganhou as eleições nos Estados Unidos. Mas qualquer jornalista minimamente sério antes de falar sobre campanhas eleitorais ou chances de vitória de um candidato devem lembrar as seguintes 12 coisas:

1) Voto é voluntário nos Estados Unidos, assim além de responder a uma pesquisa a pessoa tem que ir votar. Por isso, o entusiasmo das campanhas conta muito;

2) O voto é por estado. Lá não é cada pessoa uma voto. Assim, não importa se o candidato foi mais votado, ele pode perder feio. Como perdeu feio a Hillary para Trump, mesmo ganhando 3 milhões a mais de votos. Califórnia e Nova York estados mais populosos há décadas só votam na esquerda. Assim, sempre o candidato da esquerda tende a ganhar maioria de votos. 

3) Pesquisas nacionais não contam muito. Não adianta dizer que Biden tinha 18 pontos a mais na pesquisa nacional. O voto é por estado. Repito. 

4) Pesquisas são facilmente manipuladas,  pois o voto é voluntário, o instituto de pesquisa está isento de erro.

5) Pesquisas nos estados são mais difíceis, porque o instituto de pesquisa tem que conhecer plenamente o método de votação do estado, além dos itens acima.

6) A votação nos Estados Unidos pode ocorrer por papel, por urna eletrônica, pelo correio, etc. 

7) O eleitor não precisa mostrar título eleitoral ou mesmo identidade em alguns estados.

8) O Covid aumentou em muito a chance de um candidato de esquerda ganhar, pois os eleitores de esquerda são em geral mais jovens, imigrantes em dificuldades financeiras, negros e latinos, gente que não gosta de sair de casa para votar.

9) Dinheiro conta muito nas eleições dos EUA, e o dinheito de Wall Street em geral vai para candidatos de esquerda. Nao sei se sabem, mas Biden recebeu muito mais dinheiro de banqueiro e ricaços que Trump. Em terceiro lugar, vem o comunista Bernie Sanders.

10) Este ano as chances de fraude são muito maiores. Justamente pela enorme votação feita pelos correios, muitas vezes sem qualquer identificação. Nas eleições de Obama, que eu acompanhei, houve voto de morto, voto de imigrante ilegal, gente que votou duas vezes, juíze eleitoral com boné de Obama, etc.

11) O povo americano em geral era bem menos político que os latino-americanos, tinham mais o que fazer e a democracia estava consolidada, não havia risco de ruptura institucional. Isso mudou a partir das eleições de Obama. Hoje em dia a divisão do país é mais forte.

12) O Partido Democrata foi dominado por esquerdistas radicais. Assim, a vitória deles é um erro, e vai dar errado rápido.

Isso tudo que falei acima é verdade factual.

Sendo assim, se Trump ainda tem chance de ganhar. é quase um milagre. Ele é realmente uma lenda. E vocês vão ver que O Antagonista reconheceu isso no dia de hoje, depois de muita estupidez jogada no site deles.

Durante o último mês, um querido amigo me enviou vários posts do O Antagonista sobre eleições americanas e nesses envios ele sempre me dizia: "print esse post", querendo me dizer, que os "jornalistas" vão querer esquecer que disseram isso ou vão querer apagar o post.

Vamos lá, aqui vão alguns posts de O Anatgonista

Eu só tenho uma coisa a dizer a eles: idiotas. Agora que vocês dizem que o "maior cabo eleitoral de Biden é o vÍrus"?. Aprendam a fazer jornalismo.


terça-feira, 3 de novembro de 2020

Melhor Vídeo Sobre Eleições dos EUA


Sensacional vídeo da Franciscan University sobre eleições.  Vejam acima. Infelizmente não tenho tempo para traduzir.

Eu tive a graça divina de apresentar um artigo meu para dois grandes filósofos na Universidade Franciscan de Steubenville (Michael Novak e Rocco Buttiglione). E meu artigo recebeu comentários elogiosos deles. 

No vídeo, basicamente,  se diz: Cristo sempre vence, ontem, agora e no futuro.  Mais importante que política é sua vida e seus pecados.  Se você seguir Cristo,  você vencerá.





Trump Não Tem Nada a Ver com Bolsonaro

Difícil explicar por que tanto esquerdistas como bolsonaristas e libertarianos (do tipo que comandam o site Antagonista) relacionam Bolsonaro com Trump, como se eles fossem pessoalmente e politicamente semelhantes. 

Não tem nada a ver. Nada a ver mesmo. E isso não é nada dificil de provar. 

Hoje é dia de eleição nos EUA,  vamos mostrar então quem é Trump. 

Vamos lá de forma rápida. 

Quem é Trump? 

  1. Uma pessoa que nasceu rica, mas que foi um tremendo sucesso como empresário.  Multiplicou em muito a riqueza recebida.
  2. Trump foi um gigantesco sucesso como apresentador de programa de TV, a ponto do canal de TV passar a depender financeiramente do programa dele. 
  3. Trump nunca foi politico. Só tem 4 anos de politico. 
  4. Trump cumpriu suas promessas de campanha. E com louvor.
  5. Trump é o maior defensor da vida como presidente da história dos Estados Unidos.
  6. Trump sempre nomeou juizes pro-vida.  Sempre.
  7. Trump é o primeiro presidente da história dos EUA a participar da Marcha pela Vida.
  8. Trump é o presidente dos EUA que mais cortou burocracia estatal e realizou cortes de tributos.  Por que O Antagonista não gosta dele? Talvez seja itens 5 e 6.
  9. Trump não desrespeita gays ou quer casar com politicos ou chama adversários políticos de viados ou comunistas. 
  10. Trump não tem filhos como politicos. 
  11. Trump assinou ordem executiva em defesa dos valores americanos nas escolas.
  12. Trump não tem apoio militar nem para chegar ao poder, nem para se manter no poder.
  13. Trump não governou com apoio de politicos profissionais.  Por vezes, seus inimigos estavam justamente entre politicos tradicionais até do proprio partido.
  14. Trump foi melhor que a grande maioria dos políticos em lidar com o Covid.  O Antagonista gosta de supor que Trump foi semelhante a Bolsonaro no trato de Covid.  Mas Trump fechou país contra voos da China antes da OMC decretar pandemia. Vocês viram o que França fez (quanto tempo demorou para fechar fronteira com a Itália e voos da China)? E a Itália que promoveu abraço em chinês? E o Reino Unido que só fez lockdown depois que primeiro- ministro quase morreu?. E o Japão que insistiu em Olimpíadas? E a Suécia...e a Rússia...e o Brasil com seu "e dai?" para mortos e demissões de ministros da saúde.  Trump deixou um inimigo político liderar as ações de saúde (Dr Fauci).
Quem é Bolsonaro? Precisa responder?.  Para mim a diferença é abissal, intransponível. 

Só sobra uma política doméstica semelhante em Trump e Bolsonaro: a política de ser contra desarmamento da população. 

E uma política internacional: a defesa da vida dentro da ONU. 

Pessoalmente,  eles se assemelham por terem casados muitas vezes. O que é ruim moralmente. 

O resto é semelhança de discurso. Não passa disso.  Alguém viu Bolsonaro criticar o STF sobre ideologia de género? Alguém viu Bolsonaro nomear juizes pro-vida? 

Na prática Bolsonaro é um politico brasileiro,  que viveu de política e seus filhos também. 

Vejam: há um politico conhecido internacionalmente que financia militares com dinheiro público e se apoia politicamente em gastos públicos para pobres. 

Quem é?

Maduro ou Kim Jung-un ou Putin ou Bolsonaro ou todos eles?




segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Vaticano Confirma: Francisco Apoia União Civil para Gays



Vaticano nos diz basicamente com outras palavras: "ei,  Francisco apoia sim união civil para gays, que estados apoiem os casais homossexuais e suas adoções de crianças, mas isso não significa apoiar casamento gay nem apoio a adoção de crianças por gays, viu?"

Heim? Como é? 

E aquele negócio de Doutrina Católica, que diz que a fé católica não pode apoiar de nenhuma maneira qualquer incentivo a união entre homossexuais?

Daí,  o Vaticano responde: "Ah, nada a ver.  Francisco não está falando disso".

Como é?

Então, ele apoia união civil para gays, que estados deem apoio total a casais gays como se fossem casais heteros, mas nao quer chamar esse apoio de apoio a casamento gay ou apoio a adoção de crianças por gays, e acha que esse apoio por um papa não tem qualquer relação com a Doutrina da Igreja nem qualquer impacto nas almas. 

Heim? Como é?

Fox News entendeu o óbvio.  Francisco apenas confirmou as críticas. 

Leiam vocês mesmos as declarações do Vaticano divulgada pelo arcebispo Franco Coppola no Facebook dele:


PARA ENTENDER ALGUMAS EXPRESSÕES DO PAPA NO DOCUMENTÁRIO “Francisco”

Algumas afirmações, contidas no documentário “Francisco” do produtor Evgeny Afineevsky, suscitaram, em dias passados, diversas reações e interpretações. Oferecemos portanto alguns elementos úteis, com o desejo de favorecer uma adequada compreensão das palavras do Santo Padre.

Há mais de um ano, durante uma entrevista, o Papa Francisco respondeu a duas perguntas diferentes e em dois momentos diferente, as quais foram editadas e publicadas no mencionado documentário como uma só resposta sem a devida contextualização, o qual gerou confusão. O Santo Padre tinha feito em primeiro lugar uma referência pastoral a respeito da necessidade de que, no seio da família, o filho ou a filha com orientação homossexual jamais sejam discriminados. A eles se referem a palavras: “as pessoas homossexuais têm direito a estar na família; são filhos de Deus, têm direito a uma família. Não se pode expulsar ninguém da família a ninguém nem tornar-lhe a vida impossível por isso”.

O seguinte parágrafo da Exortação apostólica pós-sinodal sobre o amor na família Amoris Laetitia (2016) pode iluminar tais expressões: «Com os Padres sinodais, examinei a situação das famílias que vivem a experiência de ter no seu seio pessoas com tendência homossexual, experiência não fácil nem para os pais nem para os filhos. Por isso desejo, antes de mais nada, reafirmar que cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito, procurando evitar «qualquer sinal de discriminação injusta» e particularmente toda a forma de agressão e violência. Às famílias, por sua vez, deve-se assegurar um respeitoso acompanhamento, para que quantos manifestam a tendência homossexual possam dispor dos auxílios necessários para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus na sua vida» (N. 250).

Uma pergunta sucessiva da entrevista era à sua vez sobre uma lei local na Argentina, proposta há dez anos, sobre os “matrimônios igualitários de casais do mesmo sexo” e à oposição do então Arcebispo de Buenos Aires a respeito. A este propósito o Papa Francisco afirmou que “é uma incongruência falar de matrimônio homossexual”, acrescentando que, nesse mesmo contexto, tinha falado do direito destas pessoas a ter certa cobertura legal: “o que temos que fazer é uma lei de convivência civil; têm direito a estar talheres legalmente. Eu defendi isso”.

Recordando que o Santo Padre se expressou da seguinte forma durante uma entrevista de 2014: “O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, movidos pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência sanitária. Trata-se de pactos de convivência de diferente natureza, dos quais não saberia dar um elenco das distintas formas. É necessário ver os diversos casos e avaliá-los em sua variedade”.

Portanto, é evidente que o Papa Francisco se referia a certas disposições dos estados e, de nenhuma maneira, à doutrina da Igreja, numerosas vezes reafirmada no curso dos anos.


domingo, 1 de novembro de 2020

Vídeo: Nós DEVEMOS falar sobre Religião em Público. Minha Tática.


Ótimo vídeo. Merece uma tradução. Espero que alguém faça,  pois o que acontece se não debatermos e não defendermos a nossa fé em público, na escola, nas universidade, no zap, em família, etc?

Não seremos respeitados, para começar. E seremos dominados por outra fé (ateísmo, gayzismo, muçulmanos, "humanistas", péssimos cristãos, etc.). Teremos que aceitar outra fé e ensinar nossos filhos outra fé.

"Privatizar" a religião é aceitarmos a nossa morte. É aceitar e estar do lado dos que mataram Cristo. 

Devemos ser a LUZ do MUNDO!

Caridade e justiça é a combinação exigida para qualquer ação ou simples conversa.  Assim, no debate sobre religião devemos ter como princípio ser caridosos e justos. Isso significa ser doce e irascível ao mesmo tempo, para alguns parecerá sermos doce, para outros, irascível,  intolerante,  intransigente.  E se os santos chegam aos céus por estarem banhados no sangue de Cristo,  não devemos esperar recompensa mundana. 

Dito o princípio, eu tenho a minha linha de procedimento sobre como conversar sobre religião. Vejam se gostam:

1) Procuro ser conhecido como católico e defensor da fé de alguma maneira oportuna. Em especial, não deixo minha fé ser ofendida em público se alguém que conheço ou não a ofende. Isto é, eu posso não começar o debate, mas se alguém fizer ou falar alguma coisa que ofenda minha fé, então ele e quem estiver em volta dele vai conhecer minha opinião.

2) Nao sou babá de ateu. Sendo conhecido pelas pessoas como católico, aí não costumo ter muitos problemas sociais, mas sei que posso ter problemas materiais que eu considero como cruz  que dedico a Cristo (meu chefe pode ser contra minha fé, por exemplo e daí perco algum jeito de ser promovido por ser considerado uma "pessoa difícil"). Mas, socialmente, aquelas que são contra minha fé se afastam (ótimo). Engraçado é que já vi muitos que odeiam minha fé ficarem meio descontrolados quando me veem e procuram justificar a vida que levam, como se eu fosse um padre confessor, eu trato-os bem mas procuro não levar a sério isso, eles que se virem com um padre. Aqueles que são a favor da fé se aproximam (ótimo também). Aqueles que discordam em parte por vezes vêm me perguntar algo, daí eu respondo com caridade e justiça. Depois disso, não fico perseguindo quem me perguntou sobre a minha fé, ele que se vire em aprender e estudar. Não sou babá de ateu ou católico sem conhecimento da fé. Como disse Cristo: eles já têm a Bíblia e seus profetas.

3) Minha fé não depende de padres ou do papa, muito menos de politicos ou acadêmicos  Minha fé não depende de ninguém. O fundamento é Cristo.  Se alguém usa palavras de um padre ou do papa  não me diz muito. O diabo usou a Bíblia contra Cristo.  E hoje em dia com Francisco atacando praticamente todos os dogmas da Igreja é que palavras de clérigos me importam menos. Tenho PhD, natural que eu não me impressione com isso.  Mas digo a todos que já vi ao vivo as maiores estupidezes ditas por celebrados acadêmicos.  E já li muita estupidez dita por premios nobeis. Titulos mundanos são pó frente a Cristo. 

4) Misturo sim política e religião.  Como disse Chesterton,  todo assunto é assunto teológico.  Sentar ou não na cadeira de um ônibus lotado é assunto moral, então é ético, então é filosófico, então é teológico.  Usar bernurda na festa também.  Usar bernuda na missa, então.  

5) Uso lógica e as falácias logicas. Ateu costuma se achar racional,  mais inteligente. Lógica mostra que eles são estúpidos com facilidade.  Se não respeitam a Doutrina da Igreja, a lógica é otima arma de evangelização. Eles idolatram a lógica.  Mas Deus é lógica também (João  14:1). O Deus cristão é não-contraditorio. Gosto muito de mostrar que, em geral,  ateus, agnósticos,  etc, usam falácias lógicas.

6) Tomo cuidado para começar assuntos sobre religião e política em grupos de zap. Geralmente, não preciso lidar com isso, os grupos costumam ser discretos. Mas pode surgir necessidade por conta de alguma ofensa a minha fé ou por tratar de alguma doutrina católica, como o debate homossexual. Peço a Deus que me inspire no momento adequado para começar a conversa ou retrucar. Se eu já falei e todo mundo silenciou ou reagiu contra, dei meu recado. Vou ver se devo continuar ou não naquele grupo de pessoas. Mas meu recado foi dado (essa é a minha principal preocupação, que os ateus saibam que existe defesa da fé).

7) Por vezes, o problema é com ex-catolicos  decepcionados com a Igreja.  Neste caso, quando falo, a pessoa se afasta.  Não há muito o que fazer.  É a pessoa que precisa resolver primeiro.  

8) Por vezes, a pessoa me confunde com uma pessoa "normal", politicamente correta, apoiadora do gayzismo ou mudança climática.  Bom, neste caso, acho que uma pequena frase já mostra para a pessoa que não é nada disso. Falo por exemplo um  "por que?" ou "acho que não". Daí,  a conversa toma outro rumo.

9) Eu não converto ninguém.  É Cristo que faz isso.  Isso ajuda a me pôr limites também. No máximo das possibilidades sou instrumento de Cristo para repassar a luz Dele.

10) Eu acredito no livre arbítrio.  Se a pessoa insiste no erro, na ofensa a minha fé, não é problema meu. Como a minha Igreja,  eu acredito no livre arbítrio. Então,  se alguém decide pela escuridão, não posso fazer nada.  Só sei que o erro vai dar errado. Não fico insistindo no debate,  especialmente se vejo que estou andando em circulos, que não se procura a verdade,  mas só um tipo de falsa vitória em debate. Vitória só após esta vida 

11) Se sinto que errei em algo, peço logo desculpas. 

12) Estudar e estudar teologia. Rezar e rezar.  Em geral, ninguém sabe nada de teologia. São cegos guiando cegos. O que dificulta muito o debate. Rezo para usar as melhores palavras e da melhor maneira. Não necessariamente a melhor maneira é maneira adocicada. Pode ser a hora de ser irascível. 

Devemos falar e debater religião constantemente na família, nas escolas, na universidade, no trabalho, no ZAP...