terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Bento XVI, um "Pencil-Neck". Renunciou de Novo


Esta semana, Trump chamou um deputado de "pencil-neck" (ao pé da letra seria "pescoço de lápis). Fiquei curioso com esse termo, e descobri que pencil-neck é uma pessoa fraca, vacilante. Na minha terra, a gente diz que a pessoa costuma "bater fofo".

Agora, temos a confusão que Bento XVI aprontou para um livro sobre celibato. O cardeal Sarah mostrou que entrou em contato com Bento XVI falou do tema, Bento XVI disse que estava trabalhando com o assunto que tinha um texto em alemão que ia traduzir para o italiano, mandou o texto para Sarah, disse que Sarah "fizesse o que ele quisesse" com o texto. Sarah disse para ele o texto cabia em um livro, que iria preparar o livro. Depois apresentou todo o livro pronto para Bento XVI, com introdução, conclusão, texto de Bento XVI e texto de Sarah.  Bento XVI aprovou.

O livro foi divulgado, os adoradores de Francisco reagiram, pois pretendem acabar com o celibato "comendo pelas beiradas" a começar pela Amazônia, dizendo que Bento XVI não teria escrito o livro.

Sarah apresentou a carta de Bento XVI e fez um comunicado.

Daí, o que fez Bento XVI?

Bento XVI sabe que deu à Igreja Católica a situação de ter dois papas, uma desgraça, na acepção da palavra, falta de graça. Bento XVI nos legou um infortúnio na Igreja. Como resolver isso diante da crise imensa que Francisco jogou a Igreja, sendo atacada em todos os dogmas pelos novos donos do poder? Pensa Bento XVI: eu reajo ou não?

Depois das controvérsias pediu para retirar o nome dele da capa do livro e pediu para tirar o nome dele da introdução e da conclusão do livro. Mas disse que escreveu sim parte do livro.

Sarah, por obrigação, vai cumprir o pedido. Eu, no lugar dele, teria cancelado o livro.

Eu já escrevi livros, também já escrevi parte de livros e já foi organizador de livro. Um autor que escreve parte de um livro é co-autor, deve estar com seu nome na capa! O organizador do livro é quem geralmente faz a introdução e conclusão de um livro de vários autores. Um autor de um livro de vários autores só reclama da introdução e da conclusão quando estas não condizem com o que ele escreveu.

Em suma, Bento XVI foi um pencil-neck. Renunciou de novo, como disse um amigo, em momento de guerra aberta.

Para salvar ele, alguns dizem que a ideia de pedir para tirar no nome da capa, introdução e da conclusão foram do seu assessor, o arcebispo Ganswein (na foto acima com Francisco e Bento XVI).

Hummm...pode ser pressão do Vaticano? Pode. Mas eu continuo dizendo que no lugar de Sarah, cancelaria o livro e abria ainda mais o jogo.

Faltam homens na cúria mesmo. A imensa maioria "bate fofo", uma enorme quantidade de "pencil-necks".

Aqui vai a tradução do comunicado de Sarah, que mostra a sequência dos acontecimentos.

Declaração do Cardeal Robert SARAH


14 de janeiro de 2020

Em 5 de setembro, após uma visita ao mosteiro da Mater Ecclesiae, onde mora Bento XVI, escrevi ao papa emérito para perguntar se era possível compor um texto sobre o sacerdócio católico, com especial atenção ao celibato. Expliquei a ele que eu próprio havia começado a refletir em oração. Acrescentei: “Imagino que ele ache que suas reflexões podem não ser oportunas devido às controvérsias que eles possam causar nos jornais, mas estou convencido de que toda a Igreja precisa desse presente, que poderá ser publicado no Natal ou no início do 2020 ".

Em 20 de setembro, o Papa Emérito me agradeceu escrevendo que ele também, por sua vez, antes mesmo de receber minha carta, havia começado a escrever um texto sobre esse assunto, mas que sua força não lhe permitia mais escrever um texto teológico. No entanto, minha carta o encorajou a retomar esse longo trabalho. Ele acrescentou que me enviaria assim que a tradução para o italiano estivesse concluída.

Em 12 de outubro, durante o Sínodo dos Bispos na Amazônia, o Papa Emérito me deu um longo texto coberto, resultado de seu trabalho nos últimos meses. Quando vi o escopo deste artigo, tanto em substância quanto em forma, imediatamente considerei que não seria possível oferecê-lo a um jornal ou revista, dado seu volume e qualidade. Assim, propus imediatamente ao papa emérito a publicação de um livro que seria um bem imenso para a Igreja, integrando seu texto e o meu. Após as várias trocas para a preparação do livro, em 19 de novembro finalmente enviei ao papa emérito um manuscrito completo, incluindo, como havíamos acordado de comum acordo, a capa, uma introdução e conclusão comum, o texto de Bento XVI e o meu texto. Em 25 de novembro, o Papa Emérito expressou grande satisfação com os textos escritos em comum e acrescentou: "Pela minha parte, concordo que o texto será publicado da forma que você planejou".

Em 3 de dezembro, fui ao mosteiro de Mater Ecclesiae para agradecer mais uma vez ao Papa Emérito por ter depositado tanta confiança em mim. Expliquei a ele que nosso livro seria impresso durante as férias de Natal, que apareceria na quarta-feira, 15 de janeiro e que, portanto, eu o levaria para ele no início de janeiro, ao retornar de uma viagem à minha cidade natal.

A controvérsia que por várias horas visa sujar, insinuando que Bento XVI não foi informado da publicação do livro, é profundamente abjeta. Sinceramente, perdoo todos aqueles que me caluniam ou que querem se opor ao papa Francisco. Meu apego a Bento XVI permanece intacto e minha obediência filial ao absoluto do Papa Francisco.

PIAZZA DELLA CITTÀ LEONINA, 9

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Iranianos Sofrendo pela Morte do "Herói" Soleimani







Papa contra Papa. Mais um Efeito Traumático da Renúncia de Bento XVI.


Concordo plenamente com o site The American Catholic, a reação de Bento XVI em escrever um livro em favor do celibato quando o Papa do momento possivelmente defende o fim do celibato para a Amazônia, mostra o infortúnio traumático da renúncia de um Papa. Temos Papa contra Papa.

De minha parte, toda vez que estou diante de palavras e atos de Francisco que são ou se aproximam de ser uma heresia, eu lembro da renúncia de Bento XVI. A renúncia é, para mim, um dos maiores, se não, o maior erro da história do papado.

Lembro também de Dante Alighieri.

Se o maior poeta de todos os tempos colocou Celestino V no Inferno no seu livro Divina Comédia, após Celestino ter renunciado, apesar de que Celestino V depois da renúncia ter voltado a usar roupas de monge e ter regressado ao mosteiro, o que diria Dante de Bento XVI?

Dante também colocou o sucessor de Celestino V no Inferno. O que será que ele diria de Francisco?

Acima temos uma mensagem do maior defensor de Francisco, Austin Ivereigh. A coisa está tão feia que ele ataca pessoalmente Bento XVI e os mais próximos dele em favor de Francisco, querendo dizer que Bento XVI está senil e não pode ter escrito aquele livro, que no fundo Bento XVI concordaria com Francisco.

Austin Ivereigh escreveu dois livros puxando o saco de Francisco, elogiando suas "reformas" na Igreja Católica. Para ele, Francisco está "convertendo" a Igreja Católica.

Mais um efeito do infortúnio e do trauma da renúncia de Bento XVI.

Um Papa não deve renunciar. A Igreja foi divinamente sábia em determinar na Tradição.



domingo, 12 de janeiro de 2020

Iranianos Mandam Aiatolá se F. e Chamam Soleimani de Assassino. Trump Mostra Apoio


Redes mundiais mostram que os iranianos foram às ruas contra o aiatolá e o governo do país, como aqui e aqui (foto abaixo)


Enquanto os democratas e esquerdistas em geral mostram apoio ao Irã, chamam Soleimani de mártir e Trump de assassino, os estudantes iranianos foram às ruas hoje mandar o aiatolá se f. e chamaram Soleimani de assassino, motivados pela morte de dezenas de iranianos atacados pela força área do próprio país em um avião da Ucrânia.

Trump mostrou apoio aos estudantes em inglês e em persa no twitter, mostrados acima. Aqui vai a tradução do que Trump disse:

"Para o povo corajoso e sofrido do Irã: estou com vocês desde o início de minha Presidência e meu governo continuará do seu lado. Estamos acompanhando de perto seus protestos e somos inspirados pela coragem que vocês mostram".

Agora vai a tradução de  parte da reportagem do Fox News sobre os protestos:

Trump tuitou apoio a manifestantes anti-governo iranianos depois que avião de passageiros ucraniano derrubou

Protestos contra o governo irromperam nas universidades iranianas em todo o país no sábado, após a alegação do Irã de que derrubou acidentalmente um avião de passageiros ucraniano com mísseis terra-ar, matando todas as 176 pessoas a bordo.

O general Amir Ali Hajizadeh, chefe da divisão aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica, disse à TV estatal que sua unidade aceita "total responsabilidade" por abater o avião ucraniano, apenas alguns minutos depois de decolar do aeroporto internacional de Teerã na quarta-feira. O presidente iraniano, Hassan Rouhani, culpou o "erro humano" em um tweet na sexta-feira e chamou de "grande tragédia e erro imperdoável".

Os estudantes pediram a renúncia do líder supremo Aiatolá Ali Khamenei, com um manifestante segurando uma faixa que dizia: "F. você e seu erro", na Universidade Amir Kabir, informou o New York Post. A faixa também mostrava os nomes e fotos de 16 estudantes que morreram no acidente.

Multidões de estudantes gritaram para que a Guarda Revolucionária "largasse o país!" E também mencionaram o general falecido Qassem Soleimani, dizendo que ele "era um assassino" e "seu líder também!" 

Trump twittou uma mensagem de apoio aos manifestantes no sábado, tanto em persa quanto em inglês, prometendo que seu governo continuasse com eles em solidariedade.

O presidente rapidamente seguiu com um segundo tweet, pedindo ao Irã que permita aos defensores dos direitos humanos monitorar os principais protestos no país e alertando contra qualquer ação draconiana do governo.

O secretário de Estado Mike Pompeo também comentou os protestos, twittando no sábado que o povo iraniano tem todo o direito de ficar frustrado e de merecer um futuro melhor.

"A voz do povo iraniano é clara. Eles estão fartos das mentiras, da corrupção, da inaptidão e da brutalidade do regime do IRGC sob a cleptocracia de @ khamenei_ir", disse ele.

"Estamos com o povo iraniano que merece um futuro melhor", acrescentou Pompeo.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Irã diante do Fator Trump


A foto acima mostra general iraniano do IRGC (Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica) em discurso, tendo por trás as bandeiras de vários grupos terroristas. Li que as bandeiras se tratam de (da esquerda para direita): Irã, IRGC, Força Áérea Iraniana, Hizbullah (grupo terorista do Líbano), Houthis (grupo terrorista do Iêmen), Hasd al-Shaabi (grupo terrorista do Iraque), Hamas (grupo terrorista de Gaza), Liwa Fatemiyun (grupo terrorista do Afeganistão) e Liwa Zaynabiyun (grupo terrorista do Paquistão).

Na foto fica claro o que o Irã é e o que ele financia. Para os grupos terroristas, fica claro que são milícias iranianas.

Discute-se muito hoje qual será a reação do Irã diante do governo Trump.

Qual é a doutrina para política internacional de Trump? Certamente, não é "building nation" (construir nações com valores americanos), não é "regime-change" (tentar destronar regimes inimigos dos Estados Unidos), não é "preemptive war" (uso da força militar no mundo antes que aja guerras), também não é uma doutrina do "big stick" (que sai por aí dando porrada e dizendo que um pedaço do mundo é de influência exclusiva dos Estados Unidos), e muito menos a política de Trump é realizar compromissos dentro das Nações Unidas com aliados.

Trump também não costuma dar muito tempo para diálogos, o que evita que inimigos tentem usar o tempo a seu favor, seja em questões militares ou em questões comerciais.

Para muitos analistas que pensam "dentro das caixas" doutrinárias, Trump é confuso, difícil de ser repetido. Por isso que inúmeros inimigos, analistas de esquerda e o "deep state" (funcionários de alto escalão, especialmente de serviços de inteligência do governo) sonham com a saída dele, como mostra a charge abaixo.

As ações políticas de Trump são muito diretas, ele não perde muito tempo, se possível diz o que pensa logo no twitter ou mesmo na cara do freguês (como falou na cara do Macron que ele estava errado no modo que tratou as queimadas da Amazônia). Com a Coreia do Norte, Trump parece mais cauteloso, mas há enormes motivos para isso, eu diria que há 25 milhões de motivos, uma vez que a populosa cidade de Seul na Coreia do Sul está próxima da fronteira com a Coreia do Norte e a Coreia do Norte tem bomba nuclear. Com a Venezuela, o que a doutrina do "big stick" exigiria atuação, Trump deixa à deriva.

Assim, apesar de ser "case by case", não se pode dizer que Trump é irresponsável.   Pode-se discutir se o que Trump faz é certo ou errado em termos éticos ou políticos, mas que ele é irresponsável, não.

O que Irã pode fazer quando tem poderio militar imensamente inferior, quando está em crise econômica e Trump piorou isso ampliando as ações, quando a tecnologia de ataque americana não exige muitos militares em terra, quando as chances do Irã serem uma repetição do Vietnã (país que não se rendeu até que a política americana doméstica exigisse a saída do país) são impossíveis, quando não se pode confiar na Rússia de Putin, nem na China (interessados em seus poços de petróleo, que conhecem muito bem o risco islâmico), quando não podem contar com o apoio árabe (pois a Arábia Saudita detesta o Irã)?

Acho que sobrou duas alternativas que realmente são terríveis, no entanto.

1) usar as milícias terroristas do mundo;

2) financiar democratas no Estados Unidos, para a saída mais rápida de Trump, como mostra a charge abaixo:






quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Netflix Promove Poligamia, Homossexualismo e Sadismo Sexual em Série sobre Sexo


Ontem, um desembargador chamado Benedicto Abicair, do Rio de Janeiro, determinou que um especial supostamente de comédia doi chamado Porta dos Fundos que ofendia a fé cristã fosse suspenso.

Logo apareceram os liberais ou libertarianos, acusando o juiz de fazer censura. O site O Antagonista fez até um vídeo fazendo essa acusação contra o juiz e dizendo que o "povo brasileiro vai pagar". O vídeo é de uma estupidez gigantesca, mesmo analisando apenas a lógica de argumentação do vídeo (sem mencionar a questão religiosa). O pessoal do Antagonista gosta de exaltar coisas "técnicas", então vou usar só a lógica. O vídeo diz que o Porta dos Fundos já falou mal do Islã, e mostra cenas de críticas à cultura islâmica (terrorismo e burkas), mas isso não é a mesma coisa que atacar Maomé, sem falar que as cenas foram rodadas no Brasil e não no Irã ou na Arábia Saudita (países islâmicos), enquanto o tal especial contra Cristo foi rodado em país cristão. Também não se pode dizer que o especial só assiste quem paga. Pela lógica, podemos disponibilizar filmes pornôs para crianças, basta que exija pagamento de alguém, sem falar que a Netflix faz propagandas de seus filmes mostrando cenas, sem que a pessoa pague por isso. Além disso, eu não entendi a afirmação de que iremos pagar. Pagar o quê?

Outra coisa, eu, como economista, nunca entendi porque livro, filme, teatro, programa de TV, série ou documentário é diferente de outros objetos de consumo. Como qualquer outro objeto de consumo, esses coisas podem e devem ser proibidas se fazem mal à população. No mundo todo se proíbe vários objetos de consumo em favor da saúde, da vida das pessoas, das finanças do Estado, da nacionalidade, dos empregos das pessoas, da natureza, do silêncio e da alma das pessoas. Da mesma forma, devem ser proibidos os livros e outros objetos culturais.

Certa vez, fui debatedor em um seminário sobre corrupção e o meu oponente começou a elogiar a Alemanha e a Argentina por terem uma população que lia muito, que assitia muitos filmes e peças teatrais. Eu lembrei a ele, que praticamente todas as ideologias políticas do mundo têm os dois pés na Alemanha (comunismo (Marx e Engels eram alemães), nazismo, comunismo de identidade de gênero e raça), sem falar na Reforma Protestante. Sobre a Argentina, eu achei que não precisava nem mencionar como estava o país, em crise financeira desde 2001.

A formação ética das pessoas não é assim tão dependente da leitura de livros ou. Há muitos analfabetos que foram até santos.

Por que o Estado não pode proibir certos livros e outras coisas teatrais, então? Todos os estados que formaram a civilização ocidental (Grécia, Israel e Roma) proibiram livros ou que atentavam contra o Estado ou que atentaram contra a Fé (lembrem, o filósofo Sócrates foi morto por atentar contra a fé dos jovens gregos). Se esses estados tivessem liberado todos os livros teríamos a civilização ocidental? Não sei, mas acho que é uma boa pergunta. De outra forma, você, como pai ou mãe, deixa seus filhos lerem qualquer coisa ou assistirem todos os programas?

Hoje soube que o Netflix apresenta documentário em forma de série chamado Sex, Explained. Veja só, o sexo vai ser explicado pela Netflix. A posição teológica da Netflix para o documentário é uma posição "nonjudgmental", isto é, não se julga nada, vale tudo. Então a série mostra poligamias, homossexualismo e sadismo como apenas uma forma de sexo, sem qualquer consequência ética, social ou mesmo financeira para as pessoas.

O site Life Site News lembra que você não precisa pagar para assistir para ser afetado pela série, pois ao ligar a Netflix, qualquer um pode estar sujeito às cenas da série, na propaganda que a Netflix mostra.

Lá em casa, eu cancelei a Netflix, e estou quase cancelando a Sky por essa simples razão. Quando se liga a TV, as propagandas não são controladas. Meus filhos ficam sujeitos a cenas terríveis de filmes de terror, por exemplo.

Em suma, viva a Censura, se ela for feita com os preceitos cristãos, que é quase a mesma coisa de dizer: se ela for feita com preceitos civilizatórios.



quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Prefeito de Veneza: "Quem Gritar 'Allahu Akbar' Leva Chumbo"


Quanto vale a histórica Ponte Rioalto de Veneza? Quanto vale a Igreja São Marco de Veneza? Quanto vale o Palácio de Ducal de Veneza?

Não têm preço.

O prefeito de Veneza, Luigi Brugnaro, declarou que quem gritar "Allahu Akbar" (Deus é Grande em árabe) em Veneza vai ser morto, pois há atiradores de elite posicionados na cidade para atirar. Disse ainda que esses muçulmanos querem se encontrar com Alá, então ele os mandará direto para Alá, sem que eles destruam as pontes da cidade. Pediu também um bloqueio naval contra imigrantes vindos da África.

Recentemente, quatro muçulmanos foram presos, eles planejavam derrubar a ponte do Rioalto na cidade.

No Brasil, jornalistas ficaram indignados quando um governador disse que qualquer um se exibindo com um rifle nas ruas seria morto. O que faz uma pessoa se exibir com rifles nas ruas?

O que diriam eles se um prefeito dissesse que basta gritar em um homenagem a Alá para levar bala?

Infelizmente, tanto o governador como o prefeito de Veneza têm razão.

Mas, também infelizmente, me parece que é apenas uma questão de tempo para que terroristas islâmicos destruam algum monumento ou símbolo cultural importante da Europa. Eles estão planejando isso diariamente e já são cidadãos europeus.


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

As Bases Americanas no Oriente Médio e a "Burrice de Soleimani"


Os Estados Unidos possuem muitas bases militares no Oriente Médio, como mostra a foto acima (foto do site Statista), especialmente no Catar, não será difícil atingir o Irã. Mas também não será difícil que o Irã os atinja. O que pesa aí, certamente, é a capacidade de retaliação de cada um e a capacidade econômica. Dessa forma, o Irã está em péssima situação.

Hoje, li um reportagem do Fox News, no qual o reconhecido crítico feroz de Trump, o articulista Tom Friedman (muito amado por esquerdistas acadêmicos brasileiros) disse que "Trump ainda vai ter uma placa nas ruas de Teerã por ter matado o cara mais burro do Irã, o general Soleimani".

Por que Friedman chamou o general terrorista Soleimani do cara mais burro do Irã? Porque, ao invés de aproveitar o afrouxamento das sanções econômicas que vieram com o acordo nuclear de 2015, Suleimani fez guerra contra os americanos na Síria, Iraque, Líbano e Israel, fazendo o povo passar fome e pobreza com a volta das sanções econômicas, até que fez uma ataque à embaixada americana no Iraque que foi a gota d'água, que provocou a reação de Trump.

Não concordo com o fundamento de análise de Friedman.  O Irã tem um regime ditatorial perverso e assassino de seu próprio povo, claro que o acordo nuclear de 2015 não ia mudar isso. Além disso, Soleimani seguia ordens. Mas acho que sim, que Trump tem ótimas chances de um dia ter placa nas ruas de Teerã, basta derrubar esta ditadura. Por outro lado, devemos saber que estamos lidando com os xiitas, seita radical islâmica. Como o Islã é uma religião ideológica política, nem que se destrua o Irã, essa ideologia morre, como não morreu o comunismo com o fim da URSS. É uma guerra de mentes, ou melhor, de almas, no final das contas.