domingo, 31 de março de 2019

Papa quer Apagar a Luz de Cristo?



Ele cancelou as palavras de Cristo:

"Portanto ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19).

Cancelou também todo o trabalho de São Paulo.

Ele quer apagar a Luz de Cristo, que disse:

'Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa". (Mateus 5:13).

Ele condenou os infiéis à morte porque não serão convertidos.

Todo mundo sabe que o grande problema do mundo islâmico é que ele proibe a conversão. O Papa está do lado islâmico.


7 comentários:

Adilson disse...

O portal Reuters não é esquerdista? Não que eu duvide que o papa realmente disse isso. O fato é que quando eu comento ou posto algo sobre as atitudes do papa, logo aparece um católico liberal e diz que é fake news, ou que o site é esquerdista. Só que os tais, devido a dificuldades cognitivas, não percebem que os sites esquerdistas publicam isso, não estão criticando o papa, mas o elogiando. Percebe? É possível obter os áudios ou vídeos desse momento?

Adilson disse...

Achei o vídeo direto do canal do Vaticano:
https://www.youtube.com/watch?v=kxQUfFQN7xY

Emanoel Truta disse...

Bom dia, nobre Pedro!
Em meio a tanta confusão, fico me perguntando o que faremos..?
Recordo-me da enrrvisent da Irmã Lúcia, que li uma vez, que os uniúni remedios seriam o Santo Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria.
Que Nossa Senhora nos auxilie em meio a tanta confusão.

Viva Cristo Rei e a Imaculada Conceição!

Pedro Erik disse...

Amém, meu amigo

Pedro Erik disse...

Obrigado, meu caro. Abraço

Patriarca do Sertão disse...

Reproduzo aqui as palavras do Santo Padre, o Papa Francisco. Há uma injustiça no texto quanto a dizer que ele proibiu! Releiam e perceba a metodologia do Papa em suas palavras. Inclusive cita o Papa emérito Bento XVI.
O que está faltando em muitos católicos é uma leitura chave do pontificado do Papa Francisco.

ENCONTRO COM OS SACERDOTES, AS PESSOAS CONSAGRADAS E O CONSELHO ECUMÊNICO DAS IGREJAS

DISCURSO DO SANTO PADRE

Catedral de Rabat
Domingo, 31 de março de 2019


Queridos irmãos e irmãs, bonjour a tous (bom dia a todos)!

Sinto-me imensamente feliz por poder-vos encontrar. Agradeço especialmente ao Padre Germain e à Irmã Mary pelos seus testemunhos. Desejo também saudar os membros do Conselho Ecuménico das Igrejas, que manifesta visivelmente a comunhão entre cristãos de diferentes confissões vivida aqui, em Marrocos, pelo caminho da unidade. Os cristãos são em reduzido número, neste país. A meu ver, porém, isto não é um problema, embora reconheça que às vezes, para alguns, se possa tornar difícil viver. A vossa situação faz-me lembrar esta pergunta de Jesus: «A que é semelhante o Reino de Deus e a que posso compará-lo? (…) É semelhante ao fermento que certa mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar levedada toda a massa» (Lc 13, 18.21). Parafraseando as palavras do Senhor, podemos interrogar-nos: A que é semelhante um cristão nestas terras? Com que posso compará-lo? É semelhante a um pouco de fermento que a mãe Igreja quer misturar com uma grande quantidade de farinha, até que toda a massa se levede. De facto, Jesus não nos escolheu nem enviou para que nos tornássemos os mais numerosos! Chamou-nos para uma missão. Colocou-nos no meio da sociedade como aquela pequena porção de fermento: o fermento das bem-aventuranças e do amor fraterno, no qual todos, como cristãos, nos podemos unir para tornar presente o seu Reino. Isto faz-me recordar o conselho dado por São Francisco aos seus frades, quando os enviou: «Ide e pregai o Evangelho; se necessário, também com as palavras».
Isto significa, queridos amigos, que a nossa missão de batizados, de sacerdotes, de consagrados não é particularmente determinada pelo número nem pela quantidade de espaços que se ocupa, mas pela capacidade de gerar e suscitar mudança, encanto e compaixão, pelo modo como nós, discípulos de Jesus, vivemos no meio das pessoas com quem partilhamos o dia-a-dia, as alegrias, as tribulações, os sofrimentos e as esperanças (cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et Spes, 1). Por outras palavras, os caminhos da missão não passam através do proselitismo. Por favor, isto não; aqueles não passam através do proselitismo! Recordemos Bento XVI: «A Igreja cresce não por proselitismo, mas por atração, por testemunho». Os caminhos da missão não passam através do proselitismo, que leva sempre a um beco sem saída, mas pelo nosso modo de estar com Jesus e com os outros. Por conseguinte, o problema não está no facto de ser pouco numerosos, mas de ser insignificantes, tornar-se sal que já não tem o sabor do Evangelho – aqui está o problema –, ou uma luz que já nada ilumina (cf. Mt 5, 13-15).

Pedro Erik disse...

Obrigado pelo texto, Patriarca do Sertão.

Meu caro, faça essa "leitura chave" e explique para mim essas palavras do Papa, inclusive me explique, por favor, como ele pode usar São Francisco nesse contexto.

São Francisco participou da 5a Cruzada e enfrentou o sultão dizendo que o Islã deveria ser arrancado.

Abraço,
Pedro Erik