sábado, 30 de abril de 2022

Governo Biden Estabelece "Ministério da Verdade",


Acho que não chegou ainda no Brasil  a notícia de que o governo Biden está estabelecendo um "Desinformation Board", que irá claro perseguir qualquer informação que diminua o poder ideológico da esquerda. E Biden colocou uma mulher tresloucada chamada Nina Jankowicz, para a ser a líder desse MINISTÉRIO DA VERDADE (instituição clássica do livro distópico 1984 de George Orwell).

Claro que isso é estimulado pelo desespero deles depois que Musk comprou o Twitter. Eles sabem que a eleição de Biden se deve ao Facebook e ao Twitter, que além de enviar milhões para campanha e arregimentar eleitores para Biden,  escondeu qualquer informação que pudesse prejudicar Biden, além de censurar Trump e seus eleitores.

No vídeo acima, Tucker Carlson explica tudo. Vivemos tempos de guerra e a guerra está dentor das nossas casas e nos nossos bairros. No vídeo, inclusive, aparece um representante de Biden dizendo que está montando "grupos na sociedade" para denunciar indíviduos que divulguem "desinformações perigosas". Isso criará pessoas perseguindo outras pessoas. 

Bom, é o stalinismo no país mais rico e capitalista do mundo, como nem Orwell previu.




 
 

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Elon Musk Explica sua Posição Ideológica.

 


Musk divulgou essa charge acima para explicar sua posição ideológica. 

Eu vi Musk falando que apoiou muito Obama.  E  agora ele divulga essa imagem acima mostrando que o partido esquerdista de Obama se radicalizou e ele não.

Ele erra feio em uma coisa: foi justamente Obama que radicalizou o partido.  Só para começar Obama apoiou e apoia o aborto até quando a criança nasce viva. Obama defende deixar a criança morrer de fome, Sem falar no islamismo de Obama que apoiou a tal "Primavera Arabe" e sem falar nos juízes radicais que Obama colocou no poder.


Victor Hanson: Elon Musk Mexe na Estrutura de Poder que Colocou Biden na Presidência


Mais um excelente artigo do historiador militar Victor Davis Hanson. Dessa vez sobre a compra do Twitter por Elon Musk.

Ele descreve muito bem o poder que Musk enfrentou e que agora tem nas mãos. Musk pode "ser a martelada no Muro de Berlim do poder esquerdista".

Mesmo Facebook tendo valor de mercado 15 vezes maior que o Twitter  e tendo 2 bilhões de usuários enquanto o Twitter tem 200 milhões, Musk mexe forte nas estruturas de poder. 

O poder que colocou Biden na presidência e os que vivem da censura ideológica sabem disso. 

Aqui vai o artigo de Hanson:

Victor Davis Hanson: Tearing Down The Silicon Valley Wall

Abruptly leftists began trashing their favorite electronic communications platform as the domain of the nation's elite, professional classes. Had they just discovered that they had been racists and privileged users all this time?

And what happened to the Left's former worship of Musk as the man who revolutionized the clean, green automobile industry with his Tesla electric car company?

Or Musk the space revolutionary and hip star trekker, who with his own money helped ensure the United States remains preeminent in space exploration?

Or Musk, the patriot who is providing free next-generation internet service to the underdog Ukrainians fighting Russians for their lives?

No matter. The Left reviles Musk because he has announced that Twitter will be the one social-media platform whose business is not to censor or massage free speech in an otherwise monopolist, intolerant, and hard-Left Silicon Valley.

Who knows, Musk might even allow former president Donald Trump to communicate on Twitter - in the fashion that the terrorist Taliban, Iranian theocrats, and violent Antifa protesters all take for granted in their daily access to Twitter.

But how did the once free-speech, anti-trust, let-it-all-hang out Left become a Victorian busybody, a censorious Soviet, and an old-fashioned robber-baron monopoly?

When it discovered that few Americans wanted left-wing, socialist politics it turned elsewhere. It found power instead through control of American institutions, from academia and Wall Street to traditional and social media.

When Musk merely talked about buying Twitter, the Left shrieked that an outlier multibillionaire owning a media - and especially a social media - venue was unfair. The buyout was supposedly "dangerous" and "a threat to democracy."

But the more the Left screamed, the less people listened.

After all, left-wing Mark Zuckerberg's Facebook has roughly 15 times more market capitalization than Twitter. It has an audience of 2 billion users - over seven times larger than Twitter's 271 million.

Zuckerberg's monopoly on global social media and his enormous wealth were stealthily put in service to the Democratic Party in the 2020 election. He reportedly infused nearly $420 million of his media money into warping the vote in key precincts, by augmenting and absorbing the work of state registrars to empower likely left-wing voters.

Amazon's Jeff Bezos, the second wealthiest man in the world, owns the influential Washington Post.

It has moved markedly to the activist Left under his patronage.

Multibillionaire Lisa Jobs, widow of the late Apple founder Steve Jobs, owns The Atlantic.

It has become an increasingly hard-Left political magazine.

So in Orwellian fashion, apparently most media-owning, left-wing billionaires are good? But one social media-owning, non-left-wing billionaire is bad?

How exactly might a Musk-owned Twitter alter an election?

By emulating the former directors of Twitter and the rest of Silicon Valley social media who canceled not just conservatives, but any new communication they felt harmful to the 2020 Biden campaign?

From the outset, it was clear that Hunter Biden's lost laptop incriminated his dad, Democratic nominee Joe Biden.

Biden was referenced by his own quid pro quo, grifting son variously as "the Big Guy" and "Mr. Ten Percent" - a full partner in peddling Beltway influence to rich foreign actors.

Yet in lockstep, social media banned most coverage of the pre-election laptop story.

It instead spread its standby false narrative of "Russian disinformation." We now know the laptop was always authentic. The crude efforts to suppress mention of it were classic politicized news suppression.

Still, the Left may well have some reason to be terrified of Elon Musk.

Should he liberate Twitter from left-wing scolds and groupthinkers, would other renegade new companies and old standbys follow his lead?

Is Musk's $46-billion acquisition the internet equivalent of Germans in November 1989 with sledgehammers smashing down the Berlin Wall?

Does Musk sense that the looming November midterm elections may result in one of the rare landslide verdicts in American history?

Does he assume the public prefers a muckraker who demands free speech rather than corporate insider cronies censoring expression they don't find useful?

Polls show that the American people have had their fill of 14 months of self-inflicted, ideology-driven disasters. And why not, given the nonexistent border, spiking crime, inflation, unaffordable gasoline, and neo-Confederate racial fixations?

Are the recent Netflix implosion, the CNN+ disaster, the Disney debacle, the Virginia statewide and San Francisco school board elections, the polls showing massive defections of Latinos from the Left, and the grass-roots pushback against government-imposed mask wearing, and explicit transgender education in the k-3 grades--also symptoms of a reckoning on the horizon?

The country is ready for a revolution. And Musk believes he can lead it with his Silicon-Valley sledgehammer.

So, as the Left says, "Bring it on.

terça-feira, 26 de abril de 2022

Padre Gayzista Desespera com Elon Lusk


Os gigantes tecnológicos, Facebook, Twitter e Google, são os grandes promotores do anticristianismo no mundo, estão na linha de frente da defesa do gayzismo e do aborto no mundo. Eles são os maiores inimigos do conservadorismo. Qualquer conservador sabe o quanto é difícil debater suas ideias nessas mídias sociais. Eu mesmo já sofri censura várias vezes na divulgação dos meus livros. O Facebook foi um dos grandes responsáveis pela eleição de Biden, gastou milhões e milhões promovendo Biden e  até de forma ilegal. Já falei disso aqui no blog. O Twitter chegou ao cúmulo de censurar definitivamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ontem, eu li que Facebbok e Twitter censuraram e tiraram das mídias sociais mais de 600 críticas e acusações de corrupção contra Biden e sua família.  

Todo esquerdista sabe que essas empresas tecnológicas protege suas ideias. 

Assim, quando Elon Musk anunciou a compra do Twitter prometendo que irá promover a liberdade de pensamento no Twitter, os esquerdistas entraram em desespero e os conservadores disseram que iriam voltar ao Twitter.

O padre James Martin, maior promotor do gayzismo na Igreja, acusou o golpe contra o pensamento dele, dizendo que Musk deveria gastar o dinheiro dele ajudando os pobres. Falou a mesma coisa que os esquerdistas dizem quando veem uma Igreja Católica belíssima: dizem que a Igreja deveria vender tudo e dar aos pobres. Aliás, isso é coisa que o próprio Judas Iscariotes falou a Cristo (João 12), quando Maria lavou os pés de Cristo com perfume caro. O diabo é mesmo sem criatividade.

Claro que Martin nunca disse que os antigos donos do Twitter deveriam vender tudo e dá aos pobres. Ele sabe muito bem do que se trata. Trata-se de que suas opiniões heréticas poderão não ser mais mais protegidas no Twitter. 

Eu nunca usei Twitter, não sei como será o Twitter com Elon Musk, espero que cumpra o que prometeu, mas ele já nos prestou um serviço, ficou ainda mais claro para que as gigantes tecnológicas trabalham contra a verdade de Cristo. 


sábado, 23 de abril de 2022

Apelo aos Cardeais: Sigam um Jesuíta para Depor um Papa "Jesuíta".


Há tempos, dentro da Igreja, ser da congregação jesuíta tem sido sinônimo de ser um clérigo que despreza os ensinamentos bíblicos,  despreza o magistério da Igreja, despreza a liturgia, despreza o celibato e despreza o comportamento casto cristão. É um clérigo que nem se veste nem se comporta como clérigo, pelo contrário, ele costuma se fantasiar de mundo. Outra característica comum entre os jesuítas é ser muito politizado, ficar do lado das ideologias humanas,  e quando começa a elogiar religiões, são religiões não-cristãs, como budismo, umbanda, paganismo ou  ateísmo.

Temos agora um papa jesuíta que tem muito dessas características típicas dos jesuítas. Aqueles que o elegeram sabiam muito bem o que estavam fazendo.

No vídeo acima, o teólogo Taylor Marshall explica o que o jesuíta de outros tempos, um exímio defensor da Igreja e de suas doutrinas, São Roberto Belarmino, disse sobre como se pode depor um papa herético ou tirano. São Roberto Belarmino é a principal autoridade dentro da Igreja sobre a doutrina do papado.

Marshall começa descrevendo algumas heresias propagadas pelo Papa Francisco. Eu escrevi sobre essas heresias que ele fala e sobre muitas outras no meu e-book

Recentemente, eu vi um vídeo no youtube, do programa Pint with Aquinas, no qual o teólogo Ralph Martin é perguntado se Francisco é herético, e o entrevistador cita a opinião de Marshall. A resposta do Dr Ralph Martin é frágil. Ele diz que Francisco não é herético porque o papa não insiste nas suas heresias. Francisco tem falado muitas heresias, mas como ele não insiste formalmente em nenhuma, ele não seria herético. Essa opinião é muito fraca e esquece do modelo peronista de Francisco, cuja principal característica é a confusão. Não acho também que a definição de herético na Igreja é centrada na ideia de insistência. Pelo menos, no entanto, Martin reconhece que muitas heresias são propagadas.

Voltando ao vídeo acima, no vídeo, Marshall faz um Apelo Filial ao Cardeal Burke, a Bento XVI  e outros cardeais para que iniciem um processo de investigação das heresias de Francisco.

Marshall explica que ninguém pode julgar o papa, exceto na situação em que ele se desvia da fé.

São Roberto Belarmino defendeu que um concílio geral deve ser estabelecido quando há suspeita de heresia por parte do papa. Qualquer um pode ver, mesmo os defensores de Francisco, que os atos e as palavras de Francisco lançam inúmeras suspeitas de heresias. Segundo Belarmino, se o concílio considerar que o papa é herético, ele deve ser deposto.

Outra situação de um concílio para julgar o papa é quando o papa é suspeito de agir como tirano ou um imoral. Neste caso, o concílio deve advertir o papa, mesmo que não o deponha, no intuito de que ele se corrija moralmente. Há um livro chamado The Dictator Pope que defende justamente que Francisco age como tirano, e muitos cardeais podem defender esse ponto pois Francisco os perseguiu. Sem falar na tirania de tentar eliminar a liturgia tradicional da Igreja.

Esse tipo de concílio para julgar as ações de papas já ocorreram na história da Igreja.

E como diz Marshall: silenciar frente às heresias de Francisco é ser cúmplice e apoiar tais heresias.

Rezemos. Ajam Cardeais!


quarta-feira, 20 de abril de 2022

História do Cisma da Igreja Anglicana Mostra o Caminho da Destruição para Igreja Católica.

 


O convertido ao catolicismo Shane Schaetzel vem da Igreja Anglicana. Ele acompanhou de perto cada passo do cisma que ocorreu na Igreja Anglicana para torna-la hoje apenas um enfeite dito cristão. 

Quando morei na Inglaterra no final dos anos 2000, em plena finalização do cisma, eu não cansava de me assustar com o abandono generalizado das igrejas anglicanas, reduzidas a poeira ou creche infantil ou a bazar.

Vale muito a pena ler a história do cisma anglicano descrito por Shane. Nele temos todos os personagens que quase podemos nomear na Igreja Católica. Vejamos:

1. Lider fraco e desprezado;

2. Ação cismática herética repentina de parte da Igreja que não é  combatida nem pelo lider local, nem pelo líder global; 

3. Aceitação da heresia cismática depois de algum tempo porque ninguém fez nada contra;

4. Parte do clero deseja restauração que não ocorre e só lhe resta fundar nova Igreja;

5. Parte fica na antiga Igreja achando que a heresia cismática é só uma modinha que irá passar. Mas não passa;

6. Igreja fica sem lider;

7. Ninguém mais se entende nem nas questões mais simples.

8. Doutrina e liturgia são abandonadas.

9. O vazio e o caos se tornam a norma. 

Eu costumo pensar que a Igreja Católica está na beira deste processo. As igrejas protestantes já estão no final disso ou já finalizaram. 

Leiam o relato de Shane. 

Rezemos e lutemos.  Sejamos a luz de Cristo até contra papas. 


terça-feira, 19 de abril de 2022

Bispos x Bispos (Parte 2). Bispos da Alemanha Respondem aos Bispos do Mundo se Apoiando em Francisco.



Eu falei aqui de uma Carta Aberta dos Bispos do Mundo contra o tal "Caminho Sinodal" an Alemanha . Depois, que eu publiquei no post, eu vi que dois bispos brasileiros (apenas 2) assinaram a Carta.

Era bispos do mundo todo fazendo o trabalho do Papa Francisco e dizendo: "ei Alemanha, não mexa com a nossa Doutrina da  Fé Católica".

Hoje, leio que os bispos da Alemanha resolveram responder aos bispos do mundo.

Basicamente, os bispos alemães em linguagem comum, disseram: "não encham meu saco, minha "Boa Nova" é  aprovando a vida gay, a vida dos divorciados e as mulheres com padres. Não me importa se o Velho Testamento, o Novo Testamento, Cristo, ou qualquer papa disse o contrário. Os tempos mudaram, São Paulo e Cristo estão ultrapassados". 

A justificativa que os bispos alemães usaram lembrou Martinho Lutero. Basicamente, disseram: "ei, a Igreja Católica cometeu muitos abusos então podemos fazer isso".

Os bispos alemães também disseram que falaram várias vezes com Francisco e que o papa não disse nada que os fizessem inibir o que desejam fazer com o tal sínodo

Finalmente, os bispos da Alemanha ainda se fizeram de vítima na carta deles. 

Vou traduzir aqui o relato da resposta dos alemães feito pelo Catholic News Agency. Vejam abaixo.

Presidente dos bispos alemães responde a Carta que alertou  sobre risco de cisma no caminho sinodal alemão

O bispo Georg Bätzing, de Limburg, presidente da conferência episcopal alemã, respondeu na quinta-feira a uma carta que alertou  que o caminho sinodal do país pode levar ao cisma. O bispo alemão defendeu o processo como uma resposta aos abusos na Igreja.

“O Caminho Sinodal é nossa tentativa na Alemanha de confrontar as causas sistêmicas do abuso e seu encobrimento que causaram sofrimento incalculável a tantas pessoas dentro e através da Igreja”, escreveu o bispo Bätzing em 14 de abril ao arcebispo Samuel Aquila, de Denver. A carta do bispo alemão foi publicada em 16 de abril no site da conferência dos bispos alemães.

Mais de 80 bispos de todo o mundo assinaram uma carta aberta em 11 de abril que alertava que mudanças radicais no ensino da Igreja defendidas pelo caminho sinodal podem levar ao cisma.

O “Caminho Sinodal” é um processo que reúne leigos alemães e bispos católicos para discutir quatro grandes temas: como o poder é exercido na Igreja; moralidade sexual; o sacerdócio; e o papel das mulheres. Quando os bispos alemães iniciaram o processo, eles inicialmente disseram que as deliberações seriam “vinculativas” para a Igreja alemã, levando a uma intervenção do Vaticano que rejeitou tais alegações.

A assembléia sinodal votou a favor de documentos pedindo a ordenação sacerdotal de mulheres homossexuais e mudanças no ensino sobre atos homossexuais.

O bispo Bätzing escreveu em sua resposta às preocupações do arcebispo Aquila de que os abusos na Igreja dificultaram seu testemunho e que “o caminho sinodal é, portanto, também nossa tentativa de tornar possível uma proclamação credível da Boa Nova”.

“Esta ocasião e contexto são particularmente importantes para nós, mas infelizmente não são mencionados em sua carta”, acusou.

A recente carta aberta fez referência à carta de preocupação do arcebispo Aquila de maio de 2021 sobre o caminho sinodal, na qual ele observou que a assembleia sinodal alemã está certa em expressar angústia pelos escândalos e encobrimentos de abuso sexual do clero. O texto fundamental do sínodo está certo ao dizer que esses escândalos geraram “uma verdadeira crise de credibilidade para a Igreja”, escreveu o arcebispo Aquila.

Deve haver consequências do escândalo de abuso para as “estruturas” da Igreja, continuou Dom Bätzing. Ele caracterizou a recente carta aberta como usando “embelezamentos eufemísticos” que “realmente não ajudam” o problema.

Ele chamou as “acusações” feitas na carta de “surpreendentes” e alegou que não foram feitas justificativas para elas.

“Posso tranquilizá-los com o coração aberto: esses temores em relação ao caminho sinodal da Igreja Católica na Alemanha não são corretos”, escreveu Dom Bätzing.

“Assim, o caminho sinodal de forma alguma mina a autoridade da Igreja, incluindo a do Papa Francisco, como você escreve.”

“Pude falar várias vezes com o Santo Padre sobre o caminho sinodal”, disse o bispo alemão. “Em sua carta ao povo de Deus peregrino na Alemanha, ele nos pediu expressamente que percorrêssemos o caminho como uma busca 'de uma resposta corajosa à situação atual' e ao mesmo tempo como um caminho espiritual, pedindo a orientação do Espírito Santo."

O Papa Francisco enviou uma carta de 19 páginas aos católicos alemães em junho de 2019, exortando-os a se concentrarem na evangelização diante de uma “crescente erosão e deterioração da fé”.

Dom Bätzing rejeitou a observação de que o caminho sinodal é guiado por “análises sociológicas e políticas contemporâneas, incluindo gênero, ideologias”, afirmando que é guiado antes pela Escritura, Tradição, Magistério, teologia, o sentido dos fiéis e “o sinais dos tempos interpretados à luz do Evangelho”.

“Ao aproximarmo-nos juntos dos Dias Santos”, concluiu o bispo alemão, “garanto-vos que os católicos na Alemanha, ouvindo a voz de Nosso Senhor Jesus Cristo, que também é Senhor da história, juntamente com a Igreja em todo o mundo , como povo peregrino de Deus, também seguirá seu caminho neste tempo - unidos na esperança pascal de que Ele os espera no fim dos tempos”.


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É isso aí, bispos alemães reproduzindo Lutero, e dessa vez dizem que o papa está do lado deles.

Francisco jogará fogo, água ou fará do mesmo e dirá: "ei, vamos dialogar" e empurre com a barriga?

Rezemos.


segunda-feira, 18 de abril de 2022

Relatório Econômico de Biden: Inflação LGBT. E a "Ciência" de Hoje.

Que loucura este título de post, não é? Mas acontece que o governo Biden publicou seu Relatório Anual Econômico na última quinta-feira. Os Estados Unidos vivem atualmente a maior taxa de inflação dos últimos 40 anos. Mas o destaque o do relatório foi a ideologia de gênero. O Relatório mencionou "gênero" 127 vezes, enquanto a inflação foi mencionada míseras 87 vezes, perdeu em 40 vezes. É a inflação LGBT de Biden. O termo "emissões" ligado à preocupação com mudança climática também superou a menção de inflação, chegou a quase 100 vezes.

Claro que essa tendência ignóbil de governos está refletida nas universidades. Há muito tempo que as áreas humanas (sociologia, filosofia, ciência política, economia, relações internacionais, geografia, antropologia, história) e mesmo as áreas naturais (física, agronomia, climatologia, astronomia, química, medicina...) estão se sujeitando a ideologia política gayzista, feminista e ateia. 

Há uns 10 anos eu fui almoçar com meu orientador de doutorado e perguntei como estava a universidade. A resposta dele foi: está devastada pelo feminismo e pelo gayzismo presentes em muitas teses e dissertações.  

Eu publiquei no Reino Unido um artigo sobre distopias (literatura que procura prever o futuro, tipo "1984" de George Orwell e "Admirável Mundo Novo" de Huxley). No artigo eu disse que a melhor distopia que li foi a do padre Robert Benson, chamada "O Senhor do Mundo", que escreveu uns 30 anos de Huxley, e conseguiu prever a bomba nuclear. No entanto, no artigo, eu comentei um erro de Benson. Ele achava que as universidades seriam contra o programa do anticristo, porque defenderiam a  liberdade de opiniões. 

Muito pelo contrário, vemos hoje em dia. 

Ontem, eu li um artigo chamado "Why Academia is Preying Freethinkers" (Por que as Universidades estão Destruindo  os Livres Pensadores).

O que o texto mostra é que nos Estados Unidos, país mais rico do mundo,  e único país do Ocidente que tem verdadeiramente um partido político minimamente de direita, um coisa não há nas universidades de lá: diversidade de opiniões. O texto relata que  a percentagem é  a seguinte nas universidades americanas: para cada 20 professores lá, 1 vota na direita republicana. 20 para 1.

Na Europa, eu chutaria que essa taxa é de pelo menos 50 para 1 (eu fiquei assustado com o domínio cego ao esquerdismo quando trabalhei como professor visitante em Cambridge no Reino Unido).

Na América Latina,  a gente ainda nem sabe o que significa ser de direita. A chamada direita no Brasil, por exemplo, é muito semelhante a esquerda. Nas Universidades, um professor realmente de direita vai ficar perambulando em silêncio em um ambiente tresloucado.