sábado, 15 de dezembro de 2018

Forças Curdas Apoiadas pelos EUA Tomam Última Cidade do Estado Islâmico


Longa luta que ocorre desde 2011 e que foi travada até no Ocidente,  contra pacifistas tipo hippie na mídia, nos partidos de esquerda do mundo todo e no Vaticano.

Leio hoje que a guerra contra o Estado Islâmico conquistou a última cidade que era reduto deles, a cidade de Hajin, na Síria.

Sendo o Estado Islâmico uma ideologia religiosa, ele não está vencido totalmente, ele está presente em praticamente todos os países ocidentais, além, é claro, de nossos países muçulmanos. O Islã sustenta a ideologia deles, a guerra contra o Islã é uma guerra pelas almas e não por território.

E os terroristas ainda estão presentes em pequenas vilas na Síria.

O Estado Islâmico nasceu da tal Primavera Árabe em 2011, movimento que foi saudado estupidamente como libertador pelo Obama e por muitos líderes políticos da época. Durante o governo Obama, o Estado Islâmico chegou a dominar território maior do que a Grã-Bretanha. Em 2014, o líder do Estado Islâmico, al-Baghdadi (que não é visto há muito tempo), anunciou o seu califado.

Aliás, se o partido de Obama estivesse no poder e não Trump o Estado islâmico ainda estava no Iraque (foi expulso do Iraque no final de 2017).

Para Obama e muitos na ONU o inimigo era o ditador da Síria e acabaram financiando com armas o próprio Estado Islâmico.

Lembro do general Mattis de Trump dizendo o que faria com os terroristas do Estado Islâmico ("vou cercá-los e vou matá-los, não vou prendê-los").

A recuperação vai ser lenta na região. Nesta semana, eu mostrei Trump assinando lei de apoio aos cristãos e yazidis da região.

Vejam parte texto abaixo do Jihad Watch.

Syria: US-backed Kurdish forces take Hajin, the last town held by the Islamic State

  BY 


BEIRUT — U.S.-backed, Kurdish-led fighters captured the last town held by the Islamic State group on Friday, after three months of ferocious battles in the militants’ single remaining enclave in eastern Syria, activists and Kurdish officials said.
The fall of Hajin marks an end to the extremist group’s hold over any significant urban area, which in three years shrunk from large swaths of Iraq and Syria the militants once held to this small enclave near the two countries’ shared borders.
The capture of Hajin, however, does not mark the end of the group which still holds some villages nearby and has a scattered presence and sleeper cells in both countries.
As the offensive by the Kurdish-led Syrian Democratic Forces intensified over the past days under the cover of airstrikes by the U.S.-led coalition, ISIS fighters withdrew south to areas east of the Euphrates river and west of SDF positions along the border with Iraq. Among the villages still held by extremists in the enclave are Sousa, Buqaan, Shaafah, Baghouz and Shajla.
The latest push has also raised questions about the fate of ISIS leader and founder Abu Bakr al-Baghdadi who has not been seen in public since he announced his self-styled caliphate in 2014 from a mosque’s pulpit in the Iraqi city of Mosul. Last month, ISIS suffered a severe blow when the SDF said it captured Osama Owayed al-Saleh, a top aide to al-Baghdadi.
“It is a very difficult battle,” SDF spokesman Mustafa Bali told The Associated Press by phone from Syria where he said ISIS fighters are still attacking Hajin. He added that most of ISIS fighters besieged in the enclave are among the most experienced gunmen who came to the area from Iraq and Syria.
There are still villages to be taken but Hajin was the most important as it was the base for commanders from where they directed military operations,” Bali said….
Europe-based activist Omar Abu Layla of the DeirEzzor 24 monitoring group confirmed that the town had been recaptured, adding that some ISIS fighters are still holed up in small pockets on the edge of Hajin.
Abu Layla said that disagreements among ISIS ranks over hierarchy between Iraqi and Syrian fighters helped “speed up the collapse” of the extremist group’s defenses in Hajin.
Nuri Mehmud, spokesman of the Syrian Kurdish militia known as People’s Protection Units, or YPG, also the main component of the SDF, said “intense fighting” is still ongoing in small parts of Hajin.
The area is home to some 15,000 people, including 2,000 ISIS gunmen who fought back with counteroffensives and suicide attacks. Over the past days, hundreds of civilians were able to flee the enclave toward areas controlled by the SDF east of the Euphrates River and government-controlled regions on the river’s west bank….
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Saudemos os guerreiros da Síria e do Iraque e Trump pela vitória.


2 comentários:

Adilson disse...

Graças a Deus! Isso não teria ocorrido se os democratas tivessem ganho as eleições. Louvemos a Deus por esta bendita notícia. Por outro lado, uma notícia como esta jamais será comentada nos telejornais brasileiros, dada a situação miserável que é o jornalismo deste país, hoje um tremendo buraco de esquerdistas, profissionais analfabetos, vendidos, preguiçosos, sem vocação, e moralmente pervertidos; falo da grande mídia, seja na TV ou no jornal impresso. Uma verdadeira epidemia.

Pedro Erik disse...

Verdade, meu caro.

Abraço,
Pedro