segunda-feira, 28 de junho de 2021

Francisco Declara Apoio ao Gayzismo na Igreja. E Agora?


Ontem, foi divulgado carta de Papa Francisco em que declara apoio ao movimento gay (LGBT...) dentro da Igreja.

A carta foi enviada em apoio a Conferência LGBT feita pelo reconhecido padre James Martin, que apoia totalmente casamento gays, padres gays, troca de sexo de crianças, adoção de crianças por casas homossexuais, em suma, toda a agenda gay. 

A carta foi escrita em espanhol, mostrando que foi feita com especial zelo por Francisco, não era uma carta "diplomática". É uma carta bem pessoal de Francisco para Martin.

Aqui vai a tradução da carta dirigida ao padre Martin:

Querido irmão:

Obrigado pelo seu e-mail e pelas fotos. Agradeço ao seu sobrinho pela gentileza para comigo e por ter escolhido o nome de Francisco. E parabenizá-lo pelas meias. Ele me fez rir. Diga a ele que oro por ele e peço que o faça por mim.

Em relação ao seu P.S. [sobre a Conferência de Ministério LGBT Solidário], quero agradecer o seu zelo pastoral e sua capacidade de estar perto das pessoas, com aquela proximidade que Jesus teve e que reflete a proximidade de Deus. Nosso Pai Celestial se aproxima com amor de cada um de seus filhos, de cada um de nós. Seu coração está aberto a todos e a cada um. Ele é o pai. O “estilo” de Deus tem três aspectos: proximidade, compaixão e ternura. É assim que ele se aproxima de cada um de nós.

Pensando em seu trabalho pastoral, vejo que você está continuamente procurando imitar este estilo de Deus. Você é um sacerdote para todos os homens, assim como Deus é o Pai de todos os homens. Rezo para que continue assim, sendo próximo, compassivo e com grande ternura.

E eu oro por seus fiéis, seus “paroquianos” e por qualquer pessoa a quem o Senhor coloque sob seus cuidados, para que os proteja e os faça crescer no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por favor, não se esqueça de orar por mim. Que Jesus o abençoe e que a Santíssima Virgem o proteja.

Fraternalmente,

Francisco

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Tem mais.


Recentemente, Francisco nomeou Juan Carlos Cruz (foto acima) como membro da Comissão Pontifícia para Tutela de Menores. Juan Carlos é reconhecido homossexual e expressamente contrário a posição da Igreja no trato de gays. Isso mesmo, é um gay no trabalho da tutela de menores.

Francisco o recebeu com muitos abraços e depois dos abraços, Juan Carlos disse que Francisco está muito chateado porque  a Igreja se declarou contrária à benção de casais homossexuais!

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Por seu turno, o leigo católico Joseph Sciambra lembrou bem que não se deve culpar Francisco de tudo. Pois João Paulo II e Bento XVI deixaram o gayzismo propagar na Igreja por anos.

Sciambra tem razão. Francisco é o resultado terrível de anos e anos de gayzismo dentro da Igreja.

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Em todo caso, o que os cardeais vão fazer com Francisco?

Suspeito que nada. Não fizeram nada até agora.

Todos assistindo à destruição da Igreja. São cúmplices agindo assim.

Rezemos com afinco e com fé, porque a Igreja, "mesmo que se reduza a 12" (como disse João Paulo II), não se extinguirá.

Rezemos.


8 comentários:

Anônimo disse...

Importante que a omissão dos últimos Papas não se trata apenas de fechar os olhos a existir um ou outro Padre Gay. Mas questões pesadas envolvendo abuso sexual como o caso McCarrick.

https://www.lifesitenews.com/news/homosexual-abuse-scandal-and-cover-up-during-benedicts-pontificate-rocks-vatican

Uma outra fonte, o jornalista francês Frédéric Martel chegou a entrevistar nada menos que 41 cardeais, 52 bispos e uma infinidade de centenas de Padres.

Ele deixou claro no livro de 600 páginas "No Armário do Vaticano" que não se trata de um "lobby gay" (como que pequenos grupos), mas ao contrário: são a grande maioria.

Então, caro Pedro, você age bem ao não esperar reação dos Cardeais.

Há muito tempo ocorrem festas regadas a sexo e drogas dentro do Vaticano. E alguns autores já falaram inclusive em cerimônias satânicas, profanações e inclusive coisas piores que prefiro não comentar para não escandalizar os mais incautos.

A verdade liberta, mas infelizmente escandaliza.

Isac disse...

O PAPA FRANCISCO: FALTA POUCO PARA SE DECLARAR A QUE VEIO - "DEFENDENDO A CASTIDADE" DO 6º MANDAMENTO!
"ROMA SE TORNARÁ A SEDE DO ANTICRISTO" - N Senhora de la Salette - com ele ou eventual sucessor de seu modus agendi pró múltis facetas LGBTQIA+ - a cada dia essa sigla aumenta mais!
Não era sem motivos que o cardeal progressista, D Jorge M Bergoglio discordava do conservador D Rogelio Livieres em sua prolífica diocese, com mais de 200 seminaristas, enquanto ele, com apenas 12 e, provavelmente. seriam outros da mesma estirpe socialistas, quem sabe?
A receptividade a esse ativista homossexualista Juán Carlos, demonstraria dele até certo ponto o que fazem os social-comunistas, embora esses in totum: falam uma, agem doutra forma - tudo desses falácias, chantagens e patifarias generalizadas!
Quanto à maioria dos cardeais - o mesmo dos bispos - seguindo abaixo para sua reflexão e comentários, dr. Pedro, se lhe convier!

Anônimo disse...

Apenas para refletir...

Os Cardeais chegam ao Cardinalato por questões de idade?
Não, eles são nomeados.

Quem nomeia os Cardeais?
Sua Santidade, o Papa Reinante.

Papa Francisco um dia foi Cardeal?
Sim, um dia ele foi elevado ao Cardinalato.

Por quem?
Pelo Papa João Paulo II.

Ele foi elevado sozinho?
Não, junta-se a ele também no Consistório de 21/02/2001 os de infeliz memória:

Cardeal Walter Kasper.
Cardeal McCarrick.

Um outro bom exemplo:

Cardeais Henri de Lubac e Cardeal Yves Congar (Principais Teólogos do CVII)

Cabe aqui uma "menção-desonrosa" a Hans Urs von Balthasar, Teólogo preferido de JPII e também um dos pais do CVII. Ia ser criado Cardeal, mas morreu dois dias antes.

Cardeal Henri de Lubac inclusive é/foi (não sei se "foi" ou continua sendo) uma das grandes inspirações do Padre Paulo Ricardo. E por isso Padre Paulo Ricardo defende o CVII e é visto como um Padre Conservador (ou seja, conserva a revolução. Ser conservador não é jamais um elogio).

Pesquisem sobre essas "figuras". Leiam o Catecismo da Crise da Igreja Católica do Padre Matthias Gaudron.

Às vezes parece que todos acham que esses Cardeais (Francisco inclusive) eram santos, e por isso se tornaram Cardeais. E que "só depois se corromperam", e os Papas grandes "Lulas" que nunca sabiam de nada.

A lista desses cardeais é imensa, destaquei somente os principais aqui vinculados a JPII. Poderia continuar a grande listagem com o nome de figuras heréticas que foram reabilitados por João XXIII, Paulo VI.

E também os devidos cardeais criados por eles, JPII e Bento XVI.

Só digo uma coisa: Acordem.

Emanoel Truta disse...

Boa tarde,

Lembro de um dos primeiros comentários que fez nesse blog. E nele escrevi que Chesterton falava que a próxima heresia seria: a homoheresia. Enfim, senhores, ei-la, infelizmente.

Valei-nos São Pio v.

Valei-nos Virgem Santíssima Imaculada.

Adilson disse...

Dr Pedro, por favor, me corrija se eu estiver errado no seguinte questionamento, especialmente no que diz a história:

Parece-me que no correr da História da Igreja, sempre há, dentro dela, uma parte de católicos que se negam a seguir o estreito caminho da obediência:

1) na baixa Idade Média boa parte da sociedade católica na Europa tinham escravos e isso se repetiu aqui no Brasil. Inclusive, em muitas fazendas que tinham escravos haviam capelas. Não sei se tais fazendeiros eram benfeitores da Diocese ou de padres. Ora, isso era praticado mesmo o Vaticano condenando a escravidão.

2) a maçonaria se espalhou como uma peste dentro da Igreja, mesmo o Vaticano condenando a Maçonaria. Parte da sociedade católica se envenenou com ela. No caso do Brasil, teve até assassinato de bispo (Dom Vital). D. Pedro II optou por ficar do lado dos liberais e não quis se submeter ao papado Pio IX, preferindo a amizade mundana.

3) a Igreja, seguindo a Lei do Senhor e o santo Evangelho, sempre condenou os pecados do homossexualismo e da pederastia. Até então, o Vaticano era a fonte da resistência contra tão tenebroso pecado. Hoje (digo já há décadas), ao que parece, a coisa se inverteu profundamente: o Vaticano se mostra favorável a tal mal, enquanto considerável parte da Igreja resiste.

Dr Pedro, já percebeu como, ao que me parece, a desobediência no seio da própria sociedade foi caminhando de fora pra dentro? Ou estou equivocado nessa observação?

Deixo, agora, o seguinte questionamento:

Sabemos que quando um sacerdote celebra a Missa em pecado mortal, isso não impede que o Sacramento seja válido, e assim o fiel católico pode comungar tranquilamente e sem perder as graças obtidas do Sacramento da Eucaristia.

Então, pergunto:

Caso, a pederastia e a homossexualidade, tomem com um câncer o Clero a Igreja (tais pecados, inclusive, vem acontecendo até na FSSPX), os católicos que comungam em estado de graça, mas sob as mãos de sacerdotes mortalmente pecaminosos, sofrerão algum dano em suas almas? Ou os católicos, ainda que sob um clero pecaminoso, continuarão sendo abençoados com as graças desse Sacramento?

Bom, deixo esse questionamento, pelo seguinte fato: já ouvi relatos de que são Cura D'Ars alertava alguns de seus paroquianos a não participarem de certas, pois lhe era revelado que aqueles sacerdotes tinham laços com a mentalidade revolucionária da época. Bom, isso me parece bem confuso (ou seriam pecados diferentes)

Pedro Erik disse...

Caro Adilson,

Seu comentário é bem abrangente, mereceria muitas considerações e muito uso de literatura católica.

Vou aqui consertar duas mudanças de rumo de seu argumento, que me pareceram um pouco mais problemáticas.

1) Sobre a escravidão, isso é doença do modo de produção. Coisas de sistema econômico, Igreja Católica tem foco na alma das pessoas, sejam escravos ou senhores de escravos. Tivemos papas que foram escravos e alguns santos que foram escravos também. São Paulo não questionou a escravidão quando recebeu um escravo fugido. Aconselhou o escravo e o dono do escravo e o escravo voltou ao seu senhor.

2) Condicionar o sacramento a santidade do padre é uma heresia conhecida como Donatismo. O sacramento é dado por Deus por meio de um homem pecador (o padre). Tivemos papas heréticos na história que consagraram inúmeros padres. Temos padres atualmente que foram consagrados por bispos pedófilos. Isso não altera a formação do padre, nem macula sua alma. Claro que é sempre melhor estar acompanhado de melhores leigos ou padres católicos que nos ensinam coisas de Deus, enquanto pessoas que desafiam a Doutrina da Igreja, seja leigo ou padre, podem prejudicar a alma das pessoas. Mas são coisas diferentes, sacramento é graça de Deus. Assim, fique em paz com seu sacramento. Os pecados do padre são problemas dele com Deus.

Abraço,
Pedro Erik


Anônimo disse...

Caro Pedro,

Gostaria de acrescentar o que o Doutro Angélico responde em relação a receber a comunhão ou ouvir Missa de um Padre em pecado.

Art. 9 — Se podemos receber licitamente a comunhão, dos sacerdotes heréticos ou excomungados, ou também pecadores, e ouvir a missa dita por eles.

Como texto é longo segue link abaixo com as objeções e respostas:

http://permanencia.org.br/drupal/node/2555

Um pequeno adendo:

Na história de São Cura D'Ars temos a questão do pai dele (Mateus Vianney). Por volta de 1790 foi imposta a "Constituição Civil do Clero" pelo Rei Luís 16, onde basicamente o Clero devia fazer um juramento de obediência que resumidamente era uma ruptura com o Papa. (leia-se: maçonaria atuando através da Revolução Francesa)

Quem não realizasse o juramento seria preso, exilado ou morto (geralmente guilhotina). Centenas de padres sofreram com isso.

Igrejas foram violadas, crucifixos arrancados etc.

Nada muito diferente do que vemos na China atualmente. Ou seja, Bispos e Padres fazem o juramento e se tornam como funcionários públicos vinculados ao governo.

Voltando à França, esses Padres eram chamados de "juramentados".

O pai do Cura D'Ars sabendo disso não participou mais das missas desses padres, e esse era o exemplo que o pai deu ao filho. (o santo tinha na época 5 anos quando isso começou). Isso se sucedeu até o final de 1799.

Quando o santo tinha em torno de 13 anos recebeu a primeira comunhão numa casa a portas fechadas, e por um Padre "refratário" (aqueles que resistiam).

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Um outro adendo caro Adilson:

Li esses dias aqui nesse sítio um comentário seu mencionando ao Padre Neves.

Conheço-o, assim como conheço muitos leigos que o recebiam em suas casas para rezar missa. Um ótimo Padre para dar catequese, sem sombra de dúvidas. Ouvi centenas de sermões dele.

Porém, Padre Neves está sem nenhuma jurisdição (nenhum bispo acompanha ele). Ele rompeu com a FSSPX e encontra-se numa situação complicada. Ao assistir suas missas (se entende Latim) percebe-se que ele não está mais "una cum" Papa Francisco, o que é mais perigoso ainda.

Nossa amada Igreja é monárquica desde a sua fundação. Então é necessário tanto para leigos quanto ao Clero estarem abaixo de uma jurisdição.

Sou leigo e não posso julgá-lo canonicamente. Porém o estado atual do Padre Neves entra em sintonia com o artigo do Doutor Angélico acima. Por isso, escrevo-lhe com caridade, para que tome prudência com Padres nessa situação.

Sei que o comentário não traz as melhores notícias, e quem vos escreve é alguém que gosta muito do Padre Neves. Mas não devemos deixar que nossos sentimentos sejam superiores à razão.

Como um ex-conciliar, tenha certeza que era muito mais fácil para mim viver o ambiente conciliar com paróquias e missas a cada esquina. Porém a definição de fé passa primeiro pela aceitação das verdades da Igreja, mesmo que essas sejam muito doloridas.

Devemos rezar e muito pelo Clero.

Por último, existe uma certa confusão entre os leigos sobre o "una cum". Como se pronunciando o nome do Papa Francisco fizesse o Padre participar dos pecados do Papa.

Para isso, recomendo a homilia do Padre Samuel Bon (Portugal):

https://www.youtube.com/watch?v=avcSOHk7CyY

Meus fraternos cumprimentos.

Unknown disse...

Paulo 6 permitiu a inundação de gays nos seminários do vaticano e era conhecido seu romance em Milão com um ator famoso italiano.
Com JP 2, "santo" da igreja conciliar, eles alçaram a cúpula.